Pesquisar este blog

Compartilhe



segunda-feira, 16 de julho de 2018

Nossa Senhora do Carmo

Nossa Senhora do CarmoDevemos colocar em primeiro lugar a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo

Ao olharmos para a história da Igreja encontramos uma linda página marcada pelos homens de Deus, mas também pela dor, fervor e amor à Virgem Mãe de Deus: é a história da Ordem dos Carmelitas, da qual testemunha o cardeal Piazza: “O Carmo existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua história, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual”.
Carmelo (em hebraico, “carmo” significa vinha; e “elo” significa senhor; portanto, “Vinha do Senhor”): este nome nos aponta para a famosa montanha que fica na Palestina, donde o profeta Elias e o sucessor Elizeu fizeram história com Deus e com Nossa Senhora, que foi prefigurada pelo primeiro numa pequena nuvem (cf. I Rs 18,20-45).
Estes profetas foram “participantes” da Obra Carmelita, que só vingou devido à intervenção de Maria, pois a parte dos monges do Carmelo que sobreviveram (século XII) da perseguição dos muçulmanos, chegaram fugidos na Europa e elegeram São Simão Stock como seu superior geral; este, por sua vez, estava no dia 16 de julho intercedendo com o Terço, quando Nossa Senhora apareceu com um escapulário na mão e disse-lhe: “Recebe, meu filho, este escapulário da tua Ordem, que será o penhor do privilégio que eu alcancei para ti e para todos os filhos do Carmo. Todo o que morrer com este escapulário será preservado do fogo eterno”.
Vários Papas promoveram o uso do escapulário e Pio XII chegou a escrever: “Devemos colocar em primeiro lugar a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo – e ainda – escapulário não é ‘carta-branca’ para pecar; é uma ‘lembrança’ para viver de maneira cristã, e assim, alcançar a graça duma boa morte”.
Neste dia de Nossa Senhora do Carmo, não há como não falar da história dos Carmelitas e do escapulário, pois onde estão os filhos aí está a amorosa Mãe.
Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!
Fonte: https://santo.cancaonova.com/

domingo, 15 de julho de 2018

Sementes de Fé - 15/07/2018

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 14 de julho de 2018

Sementes de Fé - 14/07/2018

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Sementes de Fé - 13/07/2018

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Sementes de Fé - 12/07/2018

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Santo do dia - São Bento

São Bento dedicou-se à vida de oração, meditação e aos diversos exercícios para a santidade

Abade vem de "Abbá", que significa pai, e isto o santo de hoje bem soube ser do monaquismo ocidental. São Bento nasceu em Núrcia, próximo de Roma, em 480, numa nobre família que o enviou para estudar na Cidade Eterna, no período de decadência do Império.
Diante da decadência – também moral e espiritual – o jovem Bento abandonou todos os projetos humanos para se retirar nas montanhas da Úmbria, onde dedicou-se à vida de oração, meditação e aos diversos exercícios para a santidade. Depois de três anos numa retirada gruta, passou a atrair outros que se tornaram discípulos de Cristo pelos passos traçados por ele, que buscou nas Regras de São Pacômio e de São Basílio uma maneira ocidental e romana de vida monástica. Foi assim que nasceu o famoso mosteiro de Monte Cassino.
A Regra Beneditina, devido a sua eficácia de inspiração que formava cristãos santos por meio do seguimento dos ensinamentos de Jesus e da prática dos Mandamentos e conselhos evangélicos, logo encantou e dominou a Europa, principalmente com a máxima "Ora et labora". Para São Bento a vida comunitária facilitaria a vivência da Regra, pois dela depende o total equilíbrio psicológico; desta maneira os inúmeros mosteiros, que enriqueceram o Cristianismo no Ocidente, tornaram-se faróis de evangelização, ciência, escolas de agricultura, entre outras, isso até mesmo depois de São Bento ter entrado no céu com 67 anos.
São Bento, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

Sementes de Fé - 11/07/2018

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 10 de julho de 2018

Sementes de Fé - 10/07/2018

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 8 de julho de 2018

Sementes de fé - 08/07/2018

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Sementes de Fé - 07/07/2018

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Sementes de Fé - 04/07/2018



Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 3 de julho de 2018

Estou vivendo uma crise de fé. O que eu devo fazer?

A fé aproxima o homem de Deus


A fé do cristão é o combustível que o faz transcender os obstáculos e permanecer firme em Deus. Todo ser humano enfrenta lutas e sofrimentos, mas existe uma diferença entre o crente e o descrente: o sentido da existência humana. O cristão crê que, após vivenciar as provações terrenas, em Deus ele será recompensado com a salvação eterna. O descrente vive fugindo das provações, pois deseja viver uma vida terrena sem lutas, somente com bonança, saúde, dinheiro e felicidade. A vida sem fé conduz a pessoa à perda do sentido de sua existência.


Na Palavra de Deus, encontra-se a seguinte definição: “A fé é a certeza daquilo que ainda se espera, a demonstração de realidades que não se veem” (Hb 11,1). Ou seja, a pessoa espera, com uma certeza que não tem explicação humana, por algo que não é palpável.


Foto ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com


Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 153, afirma: “A fé é uma graça, um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele”. Portanto, é um presente do Senhor para Seus filhos, é a via que conduz o homem a Deus.


Se a fé é essencial para alcançar o céu, então, o inimigo fará de tudo para arrancá-la das pessoas. “A fé pode ser posta à prova. O mundo em que vivemos, muitas vezes, parece estar bem longe daquilo que a fé nos assegura; as experiências do mal e do sofrimento, das injustiças e da morteparecem contradizer a Boa Nova; podem abalar a fé e tornar-se para ela uma tentação” (CIC número 165).


Doenças, divórcios, sofrimentos e desempregos podem ser algumas das tentações que o inimigo utiliza para fazer com que as pessoas duvidem da ação amorosa de Deus. Sendo assim, inicia-se um processo de afastamento do Senhor, experimenta-se uma crise de fé na qual a existência de Deus é questionada.


Passos para superar a crise


Primeiro: pedir ajuda para pessoas que sejam maduras na fé, como um padre, um diretor espiritual ou alguém que seja referência para você. Ser muito transparente e livre em seus questionamentos, abrir-se para ouvir os seus conselhos.


Segundo: Sair do foco para viver, nos bastidores, o combate espiritual. Para quem é líder na Igreja, pode ser tempo de ceder o “cargo”  para que outra pessoa exerça a sua “função”, enquanto você passa por essa crise. Não é deixar de viver as prática religiosas nem as atividades missionárias, mas de se cuidar, para que a luta contra o inimigo não seja desleal.


Terceiro: Contar com o apoio de pessoas que, realmente, o amam e não o julgam. É uma crise que passará, e se for bem vivida, produzirá bons frutos de salvação. Deixe as pessoas falarem o que elas quiserem, não se deixe levar pelos comentários e julgamentos, mas compreenda que, no fim da vida, seu julgamento será entre você e Deus.


Quarto: é importante compreender que Deus jamais violará as leis humanas e a liberdade que Ele mesmo deu para os seus filhos. Exemplo: para o marido voltar para casa, após ter abandonado a esposa, é preciso que ele queira voltar e faça esse caminho de volta. Deus não vai forçá-lo a fazer isso.


Outro exemplo: para que a doença seja curada, é preciso que o tratamento pedido pelos médicos seja realizado. Se Deus quiser curar instantaneamente, é mistério de fé. É importante, no entanto, que o doente, na sua liberdade, escolha fazer todo o processo solicitado pelos médicos.


Deus me ama e consola


Mediante todas as orações não atendidas e as lutas vivenciadas, tenha uma certeza de fé: Deus o ama e consola. A maturidade na fé acontece quando nós crentes aprendemos que Deus não é obrigado a fazer as nossas vontades na hora que desejarmos. O que precisamos é do amor e consolo d’Ele, pois “o justo viverá pela fé” e “perseveramos na fé para a nossa salvação” (Hb 10,38-39).


Fernanda Zapparoli

Fernanda Zapparoli é missionária da Canção Nova. Jornalista. Autora dos livros “A mulher segundo o coração de Deus” e “A beleza da mulher a ser revelada”. Hoje trabalha como produtora de conteúdo no setor de Internet da Canção Nova sendo responsável pelas séries e pelo canal de formação. A missionária é também Youtuber no canal ‘Fernanda Zapparoli’

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/vida-de-oracao/estou-vivendo-uma-crise-de-fe-o-que-eu-devo-fazer/

Postagens populares

Google Plus


Google+
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...