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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Sementes de Fé - 16/08/2018 - Escritos espirituais - Gratuidade

Escritos Espirituais

"O bem que você faz muitas vezes é esquecido pelas pessoas amanhã. Faça-os assim mesmo."
Santa Madre Teresa

"Quem se entrega ao Senhor sem reservas, Ele o escolhe como instrumento, para construir o seu reino."
Santa Teresa Benedita da Cruz



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Sementes de Fé - 15/08/2018 - Documentos da Igreja - Busca da Santidade

Documentos da Igreja - Busca da Santidade

Sementes de Sabedoria
"Que o Senhor nos doe a esperança de sermos santos. É o grande presente que cada um de nós pode dar ao mundo."
Papa Francisco



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Assunção de Nossa Senhora - Mãe de Deus

O Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe

Hoje, solenemente, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial.”
Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se “Dormição”, porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de “Assunção de Nossa Senhora ao Céu”, isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.
Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte.
É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrou os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.
Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.
Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Memória de São Maximiliano Maria Kolbe

Via Padre Paulo Ricardo
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus(Mt 18, 1-5.10.12-14)
Naquele tempo, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. Quem se faz pequeno como esta criança, este é o maior no Reino dos Céus. E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe.

Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu? Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”.
A Igreja celebra hoje a memória de S. Maximiliano M.ª Kolbe, frade franciscano que soube propagar pelo mundo inteiro a devoção à Imaculada, vencedora de todas as heresias. Ainda jovem, teve ele uma aparição de Nossa Senhora, que lhe apresentou duas coroas de flores: uma branca, símbolo da pureza e da castidade, e outra vermelha, referência clara ao martírio. Interrogado pela Virgem SS. qual das duas ele preferia, Maximiliano, com a ousadia das almas santas, arrancou-lhe ambas das mãos, professando seu amor à virgindade e à fidelidade irrestrita a Cristo. Uma vez feito padre e religioso, consagrado de corpo e alma ao serviço de Deus, S. Maximiliano foi preso pelo exército nazista no campo de Auschwitz. Lá, dando o passo final de sua entrega ao Senhor, ofereceu-se para ser morto no lugar de um pai de família, Franciszek Gajowniczek, cuja mulher e filhos o aguardavam fora da prisão. Encerrado com outros nove prisioneiros condenados à morte por inanição, Maximiliano os consolou com sua pregação e os últimos sacramentos. Como, porém, o santo resistisse à falta de comida, os nazistas, já impacientes, viram-se forçados a matá-lo por injeção letal. S. Maximiliano morreu, assim, como mártir da caridade e da família, oferecendo a Deus, Pai de toda paternidade, a própria vida no lugar de um irmão em Cristo. Que ele, intercedendo por nós do alto do céu, alcance-nos a graça de sermos fiéis soldados da Imaculada, sempre dispostos a lutar pela salvação do nosso próximo e pelo bem da família, tal como Deus a quis desde o princípio.

Sementes de Fé - 14/08/2018 - Catecismo da Igreja Católica - A transmissão da Revelação Divina

Catecismo da Igreja Católica - A transmissão da Revelação Divina

"Como é então importante ouvir a Palavra e encarná-la na existência pessoal e comunitária!"
Papa Emérito Bento XVI


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

São Maximiliano Maria Kolbe, mártir da caridade

São Maximiliano dirigiu-se ao oficial com a decisão própria de um mártir da caridade

Raimundo Kolbe nasceu em 1894, na Polônia, numa família operária que o introduziu no seguimento de Cristo e, mais tarde, ajudou-o entrar para a família franciscana, onde tomou o nome de Maximiliano Maria.
Ao ser mandado para terminar sua formação em Roma, Maximiliano, inspirado pelo seu desejo de conquistar o mundo inteiro a Cristo por meio de Maria Imaculada, fundou o movimento de apostolado mariano chamado ‘Milícia da Imaculada’. Como sacerdote foi professor, mas em busca de ensinar o caminho da salvação, empenhou-se no apostolado através da imprensa e pôde, assim, evangelizar em muitos países, isto sempre na obediência às autoridades, tanto assim que deixou o fecundo trabalho no Japão para assumir a direção de um grande convento franciscano na Polônia.
Com o início da Segunda Grande Guerra Mundial, a Polônia foi tomada por nazistas e, com isto, Frei Maximiliano foi preso duas vezes, sendo que a prisão definitiva, ocorrida em 1941, levou-o para Varsóvia, e posteriormente, para o campo de concentração em Auschwitz, onde no campo de extermínio heroicamente evangelizou com a vida e morte. Aconteceu que diante da fuga de um prisioneiro, dez pagariam com a morte, sendo que um, desesperadamente, caiu em prantos:
“Minha mulher, meus filhinhos! Não os tornarei a ver!”. Movido pelo amor que vence a morte, São Maximiliano Maria Kolbe dirigiu-se ao Oficial com a decisão própria de um mártir da caridade, ou seja, substituir o pai de família e ajudar a morrer os outros nove e, foi aceita, pois se identificou: “Sou um Padre Católico”.
A 10 de Outubro de 1982, o Papa João Paulo II canonizou este seu compatriota, já beatificado por Paulo VI em 1971.
São Maximiliano Maria Kolbe, rogai por nós!

domingo, 12 de agosto de 2018

Semente de fé - 12/08/2018

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Não comungue de qualquer jeito!

O que acontece em nós quando comungamos do Corpo e do Sangue de Cristo? Por que esse momento é tão importante, não só para a Santa Missa, mas para toda a nossa vida espiritual? Com que disposições devemos nos aproximar deste sacramento para recebê-lo bem e com fruto? Na meditação deste domingo, Padre Paulo Ricardo quer ensinar você a comungar direito. Ouça esta pregação e descubra o que Jesus deseja fazer com sua alma no sacramento da Eucaristia!
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João(Jo 6, 41-51)
Naquele tempo, os judeus começaram a murmurar a respeito de Jesus, porque havia dito: “Eu sou o pão que desceu do céu”. Eles comentavam: “Não é este Jesus, o filho de José? Não conhecemos seu pai e sua mãe? Como então pode dizer que desceu do céu?”

Jesus respondeu: “Não murmureis entre vós. Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos Profetas: ‘Todos serão discípulos de Deus’. Ora, todo aquele que escutou o Pai, e por ele foi instruído, vem a mim. Não que alguém já tenha visto o Pai. Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. Em verdade, em verdade vos digo, quem crê, possui a vida eterna.

Eu sou o pão da vida. Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. Eis aqui o pão que desce do céu: quem dele comer, nunca morrerá. Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”.
Meditação. — 1. Meditamos na Missa deste domingo mais um trecho do capítulo 6 do Evangelho de São João, que narra o famoso discurso do Pão da Vida. Jesus, em primeiro lugar, manifesta-se aos judeus como o “pão vivo descido do céu”, do qual todo aquele que comer “viverá eternamente”. Em seguida, Ele fala do sacramento da Eucaristia, por cuja comunhão entramos em contato direto com a humanidade e divindade de Nosso Senhor.
O alimento eucarístico é como que um remédio para o organismo espiritualQuem dele se alimenta, recebe uma graça toda especial para, no dia a dia, repetir a comunhão com Cristo por meio da vida de oração. O contato com Jesus não deve se restringir ao momento da comunhão eucarística, mas, pelo seu impulso, precisa transcender em nossa vida cotidiana, como reflexo de uma grande intimidade com o Senhor. Uma boa comunhão do sacramento do Corpo de Cristo é importante para que Jesus seja sempre e em qualquer lugar o nosso “Pão da Vida”.
2. Existem três disposições básicas para uma boa comunhão. A primeira delas é o estado de graçaAs pessoas que estão em pecado mortal não podem ser admitidas à comunhão porque “o seu estado e condições de vida contradizem objetivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja, significada e atuada na Eucaristia” (Papa São João Paulo II, Familiaris Consortio, n 84). Por isso, quem se encontra nessa situação precisa recorrer urgentemente à Confissão e manifestar o firme propósito de nunca mais trair os mandamentos de Deus. Ao pedir isso dos seus fiéis, a Igreja não se apega a práticas rigoristas, mas se fia naquilo que sempre foi a atitude pastoral dos santos, fundada nas Sagradas Escrituras: “Quem come e bebe indignamente o Corpo e o Sangue do Senhor”, adverte São Paulo, “come e bebe a própria condenação” (1Cor11, 29).
Depois, os fiéis precisam manifestar a devida piedade pelo Corpo Santo do Senhor, preparando a própria alma para o encontro com o Amado. A entrada na procissão de comunhão não pode ser uma ação banal como a de escovar os dentes. Na Eucaristia, Jesus está verdadeiramente presente e deseja entreter-se conosco. Que desfeita não seria, portanto, uma comunhão desatenta e sem qualquer sinal de humildade diante do Deus que se fez alimento para nossa alma? Uma alma assim jamais conseguirá galgar os degraus da santidade, ainda que faça muitas comunhões, pois não procura devolver a Deus o mesmo amor de que foi objeto.
3. A terceira disposição para uma boa comunhão é a atitude de fé. Neste sentido, a Igreja adotou como norma tradicional a recepção da Eucaristia de joelhos e direto na língua e, mais recentemente, permitiu a recepção também de pé e na mão, desde que se prestasse a devida atenção às partículas da Hóstia Sagrada. A diligência com essas normas permite que o fiel manifeste mais claramente a sua fé na presença real de Cristo.
A Hóstia Sagrada permanece no estômago por, mais ou menos, quinze minutos até ser digerida. É o momento de o cristão fazer a sua ação de graças, manifestando a Deus o quanto gostaria de recebê-lO com aquela piedade e devoção da Virgem Maria, com o espírito e fervor dos santos. Esse agradecimento permite que a força da Eucaristia seja mais eficaz em nosso organismo e se manifeste depois na nossa vida cotidiana, dando mais vontade de permanecer no amor de Deus.
Antes de partir o pão da Última Ceia, Jesus disse aos seus amigos o quão ardente era o seu desejo de estar com eles naquele momento (cf. Lc 22, 15). Façamos, pois, o mesmo com o Senhor na liturgia deste domingo.
Oração. — Ó Jesus Eucarístico, alimentai a minha alma com a vossa graça para que nunca me falte “o pão de cada dia”. Que o vosso Corpo Sacramentado seja, para mim, fonte de uma vida renovada e impulso à oração, de modo que eu me alimente da vossa carne não apenas na Santa Missa, mas a todo momento que o meu coração se dirigir a Vós.
Propósito. — Fazer quinze minutos de ação de graças após o término da Santa Missa.

sábado, 11 de agosto de 2018

Sementes de Fé - 11/08/2018 - Liturgia da Santa Missa - Significado de Gestos e Posições

Liturgia da Santa Missa - Significado de Gestos e Posições
Genuflexão, Inclinação e Silêncio

 "Assistindo devotamente à Santa Missa rendemos a maior homenagem possível à Sagrada Humanidade de Nosso Senhor." São Leonardo de Porto Mauricio
Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Santa Clara, patrona da televisão

Santa Clara, destacou-se desde cedo pela caridade e respeito para com os pequenos

“Clara de nome, mais clara de vida e claríssima de virtudes!” Neste dia, celebramos a memória da jovem inteligente e bela que se tornou a ‘dama pobre’.
Santa Clara nasceu em Assis (Itália), no ano de 1193, e o interessante é que seu nome vem de uma inspiração dada a sua fervorosa mãe, a qual [inspiração] lhe revelou que a filha haveria de iluminar o mundo com sua santidade.
Pertencente a uma nobre família, destacou-se desde cedo pela sua caridade e respeito para com os pequenos, por isso, ao deparar com a pobreza evangélica vivida por Francisco de Assis apaixonou-se por esse estilo de vida.
Em 1212, quando tinha apenas dezoito anos, a jovem abandonou o seu lar para seguir Jesus mais radicalmente. Para isso foi ao encontro de Francisco de Assis na Porciúncula e teve seus lindos cabelos cortados como sinal de entrega total ao Cristo pobre, casto e obediente. Ao se dirigir para a igreja de São Damião, Clara – juntamente com outras moças – deu início à Ordem, contemplativa e feminina, da Família Franciscana (Clarissas), da qual se tornou mãe e modelo, principalmente no longo tempo de enfermidade, período em que permaneceu em paz e totalmente resignada à vontade divina.
Nada podendo contra sua fé na Eucaristia, pôde ainda se levantar para expulsar – com o Santíssimo Sacramento – os mouros (homens violentos que desejavam invadir o Convento em Assis) e assistir, um ano antes de sua morte em 1253, a Celebração da Eucaristia, sem precisar sair de seu leito. Por essa razão é que a santa de hoje é aclamada como a “Patrona da Televisão”.
Santa Clara, rogai por nós!

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Dinâmica de padrão de retidão e santidade


Objetivo: Refletir sobre qual parâmetro de retidão e santidade estamos utilizando no nosso dia-a-dia para julgarmos nossas atitudes.

Material: 3 Bolas de tamanhos diferentes, ou outro objeto também de três tamanhos diferentes.

Procedimento:

1. Traga as bolas dentro de uma caixa ou uma sacola de modo que os adolescentes não as vejam;

2. Retire uma bola média e pergunte se eles acham que ela é grande ou pequena;

3. Retire em seguida uma bola pequena e pergunte a eles qual o tamanho da bola anterior comparada a essa bola pequena;

4. Pegue finalmente a maior bola e pergunte qual o tamanho das outras bolas comparadas a essa última.

5. Explique aos adolescentes que para decidir se as bolas são pequenas ou grandes é necessário estabelecer um parâmetro (um elemento importante a levar em conta, para avaliar ou compreender as características do objeto).

6. Na nossa vida acontece da mesma maneira, se queremos saber se estamos vivendo em santidade ou não, fazendo o que é certo ou o que é errado devemos usar o parâmetro certo: o padrão de Deus.

“Comparamo-nos a políticos safados, estupradores e assassinos e raciocinamos que parecemos santos em comparação a eles, mas, quando fazemos isso, estamos usando o padrão errado.”

Precisamos usar o padrão de Deus para medir as nossas atitudes, e o padrão de Deus é santo, reto e elevado. É graças à retidão de Deus que desenvolvemos um forte senso do que é justo.

“Porque o SENHOR é justo, e ama a justiça; o seu rosto olha para os retos”. Salmos 11:7

“Justo és, ó SENHOR, e retos são os teus juízos.” Salmos 119:137

“A sua obra tem glória e majestade, e a sua justiça permanece para sempre.” Salmos 111:3

“A luz semeia-se para o justo, e a alegria para os retos de coração. Alegrai-vos, ó justos, no SENHOR, e dai louvores à memória da sua santidade.” Salmos 97:11 e 12

"Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o SENHOR vosso Deus. E guardai os meus estatutos, e cumpri-os. Eu sou o SENHOR que vos santifica." Levítico 20:7-8

"A exemplo da santidade daquele que vos chamou, sede também vós santos em todas as vossas ações, pois está escrito: Sede santos, porque eu sou santo (Lv 11,44)." I São Pedro 1,15-16

Fonte adaptada de : http://leiturasdaquenia.blogspot.com/2012/03/dinamica-padrao-de-retidao-e-santidade.html

Sementes de Fé - 10/08/2018

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

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