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sábado, 22 de junho de 2019

Papa anuncia tema da Jornada Mundial da Juventude 2022 em Lisboa

Fonte: Canção Nova

O anúncio foi feito neste sábado, 22, em audiência aos jovens que participaram do Fórum Internacional para promover a atuação do Sínodo 2018

Da redação, com VaticanNews


Papa Francisco recebeu em audiência na manhã deste sábado, 22, os participantes do Fórum internacional dos Jovens / Foto: VaticanMedia

Na manhã deste sábado, 22, o Papa Francisco recebeu os participantes do Fórum internacional dos Jovens, que tem como objetivo promover a atuação do Sínodo 2018 sobre a juventude.

O Santo Padre aproveitou a ocasião para fazer um importante anúncio. Seguindo o percurso do Sínodo dos Jovens que precedeu a Jornada Mundial da Juventude do Panamá, três meses mais tarde, o Papa almeja uma grande sintonia entre estas duas vias, confiando esta intenção à poderosa intercessão de Maria.

Então Francisco anuncia: “A próxima edição internacional da JMJ será em Lisboa 2022”, e para esta etapa da peregrinação dos jovens “escolhi como tema: ‘Maria levantou-se e partiu apressadamente (Lc 1, 39)”.

O Papa também fez um apelo aos jovens para que, nestes dois anos que antecedem a JMJ em Lisboa, meditem sobre estes versículos: “Jovem, eu te digo: levanta-te” (cf. Lc 7, 14 e Christus vivit 20) e “Levanta-te! Eu te constituo testemunha do que viste!” (At 26, 16).

Jovens em ação

Na audiência deste sábado, Francisco iniciou seu discurso afirmando: “Vocês são jovens em ação em uma Igreja sinodal, e nestes últimos dias vocês meditaram e refletiram sobre este tema”.

Logo depois o Papa falou sobre o episódio de Emaús, presente no documento final da Assembleia sinodal, considerando-o “um texto paradigmático para compreender a missão eclesial em relação às jovens gerações”.

Francisco recorda que “a profunda experiência que os discípulos de Emaús viveram com Jesus, levou-os irresistivelmente a colocar-se novamente a caminho”. E estimulando os jovens disse: “Vocês, queridos jovens, são chamados a ser luz na noite de muitos outros jovens que ainda não conhecem a alegria da nova vida em Jesus”.

Caminhar juntos

“Cleofas e o outro discípulo depois de terem encontrado o Ressuscitado sentiram a necessidade vital de estar com a sua comunidade. Não há alegria autêntica se não for compartilhada com os outros”, afirma Francisco e recordou “agora que se aproxima o momento de se despedir, talvez vocês já sintam saudades… é normal. Faz parte da experiência humana”.

Os discípulos também não queriam que Jesus fosse embora, porém “seu Corpo ressuscitado não é um tesouro a reter, mas um Mistério a partilhar” (Documento final do Sínodo, 115). “Nós encontramos Jesus sobretudo na comunidade e pelas ruas do mundo. Quanto mais levamos Jesus aos outros mais o sentimos nas nossas vidas. “Por isso – indica o Papa – alimentem e difundam o fogo de Cristo presente dentro de vocês”.

A Igreja precisa de vocês!

Em seguida o Papa recorda mais uma vez aos jovens: “Vocês são o hoje da Igreja! A Igreja precisa de vocês para ser plenamente ela mesma”. E acrescenta: “Somente caminhando juntos seremos verdadeiramente fortes. Com Cristo, Pão da Vida que nos dá força para o caminho, levemos a luz do seu fogo para as noites deste mundo!”.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

O único Salvador e Sua única Igreja

O único Salvador e Sua única Igreja
DOM HENRIQUE SOARES
Caro Amigo, gostaria, de recordar uma declaração da Santa Sé, da Congregação para a Doutrina da Fé, publicada por ordem de São João Paulo II, a Declaração Dominus Iesus. O objetivo do documento era, na verdade, “recordar aos Bispos, aos teólogos e a todos os fiéis católicos alguns conteúdos doutrinais imprescindíveis” para a nossa fé católica e apostólica.
Primeiramente o texto critica uma ideia muito difundida hoje em dia que afirma que todas as religiões têm o mesmo valor, pois cada uma ensina uma parte da verdade. A verdade divina é tão grande – dizem alguns – que nenhuma religião por si só pode exprimi-la totalmente. Assim, Jesus Cristo seria apenas parte da verdade de Deus. Mas esta verdade precisaria ser completada pelo que outras religiões apresentam: Buda, Confúcio, Maomé, etc, seriam outras manifestações da única verdade divina. Jesus poderia até ser a manifestação mais completa desta verdade, mas Ele não seria a verdade absoluta e universal.
Que pensar de tal opinião? O Documento insiste que é necessário “reafirmar, antes de mais, o caráter definitivo e completo da revelação de Jesus Cristo. Deve, de fato, crer-se firmemente na afirmação que no mistério de Jesus Cristo, Filho de Deus encarnado, que é o Caminho, a Verdade e a Vida (cf. Jo 14,6), dá-se a revelação da plenitude da verdade divina. (...) A verdade profunda, tanto a respeito de Deus como da salvação dos homens, manifesta-se a nós por esta revelação na Pessoa de Jesus Cristo que é simultaneamente o mediador e a plenitude da revelação”.
Em outras palavras, “é contrária à fé da Igreja a tese que defende o caráter limitado, incompleto e imperfeito da revelação de Jesus Cristo, que seria complementar da que é presente nas outras religiões. (...) Temos em Jesus Cristo a revelação plena e completa do mistério salvífico de Deus!” Assim, Jesus é a revelação plena do Pai e tudo quanto contradiga Sua revelação não está de acordo com a verdade divina. Isso não significa que as religiões não-cristãs sejam más: elas têm elementos da verdade e até podem ajudar o homem na sua busca de Deus, que “não deixa de Se tornar presente sob variadas formas quer aos indivíduos, quer aos povos, através de suas riquezas espirituais, das quais a principal e essencial expressão são as religiões, mesmo se contêm lacunas, insuficiências e erros”. Contudo tais religiões não são fruto da revelação divina e sim da busca de verdade que, por vontade de Deus, reside no coração do homem.
Quanto aos textos “sagrados” dessas religiões (o Corão, o Veda, etc), são expressão dessa busca que se encontra no íntimo de cada ser humano e, neste sentido, merecem nosso respeito. Contudo não são inspirados pelo Espírito Santo no sentido da inspiração bíblica.
O Documento afirma também que “a ação salvífica de Jesus Cristo, com e pelo Seu Espírito, estende-se, para além dos confins visíveis da Igreja, a toda a humanidade”. Isto significa que mesmo um não-cristão pode salvar-se pois, seguindo sua consciência orientada para o bem, ele está seguindo os impulsos do Espírito do Cristo morto e ressuscitado. Todos podem salvar-se, mas toda salvação vem através do Espírito do Cristo, único Senhor e Salvador da humanidade: “os homens só poderão entrar em comunhão com Deus através de Cristo e sob a ação do Espírito”, quer eles tenham quer não tenham consciência disso. Assim, ao mesmo tempo em que afirma que Jesus é o único Salvador, o Documento deixa claro que, em Jesus todos poderão encontrar a salvação, mesmo aqueles que não o conhecem nem reconhecem explicitamente.
Depois disto, o texto da Santa Sé trata da questão da Igreja. O raciocínio é decorrente do que foi dito sobre Jesus Cristo. Vejamos. “O Senhor Jesus, único Salvador, não formou uma simples comunidade de discípulos, mas constituiu a Igreja como mistério de salvação: Ele mesmo está na Igreja e a Igreja Nele (cf. Jo 15,1ss; Gl 3,28; Ef 4,15s; At 9,5); por isso, a plenitude do mistério salvífico de Cristo pertence também à Igreja, unida de modo inseparável ao seu Senhor”. Em outras palavras: Cristo uniu a Igreja à Sua missão salvífica, de modo que Ele mesmo opera a salvação “na Igreja e através da Igreja”, que é Seu Corpo (cf. 1Cor 12,12s.27; Cl 1,18). Por isso mesmo, “em relação com a unicidade e universalidade da mediação salvífica de Jesus Cristo, deve-se crer firmemente  como verdade de fé católica a unicidade da Igreja por Ele fundada. Como existe um só Cristo, também existe um só Seu Corpo e uma só Esposa: uma só Igreja católica e apostólica”. Assim, “segundo a fé católica, a unicidade e unidade, bem como tudo o que concerne a integridade da Igreja jamais virão a faltar. Os fieis são obrigados a professar que existe uma continuidade histórica – radicada na sucessão apostólica – entre a Igreja fundada por Cristo e a Igreja Católica”. Esta Igreja de Cristo, como sociedade constituída neste mundo subsiste ( = mantém-se, permanece no que tem de essencial) na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele. Com isso o Documento quer afirmar claramente que “a Igreja de Cristo, apesar das divisões dos cristãos, continua a existir plenamente na Igreja Católica”. Somente a Igreja católica conservou a plenitude daqueles elementos próprios da Igreja de Cristo. Quais seriam estes elementos? Vejamos alguns: a Palavra de Deus escrita e transmitida oralmente, a Eucaristia e os demais sacramentos, a sucessão apostólica presente sobretudo no Episcopado, o ministério petrino, a vida de fé, esperança e caridade, a ação de anunciar o Evangelho da graça, o martírio de tantos membros da Igreja, a presença materna da Virgem Maria e dos santos, etc. Todos estes elementos pertencem à Igreja de Cristo. E as outras Igrejas (as Igrejas chamadas ortodoxas) e Comunidades cristãs (as comunidades protestantes e pentecostais?) Elas, graças a Deus, possuem tantos elementos da Igreja de Cristo: no caso dos irmãos católicos ortodoxos, falta-lhes somente o ministério petrino; no caso das comunidades nascidas da Reforma protestante, apesar de graves lacunas, há tantos elementos que nos unem: o amor à Palavra de Deus escrita, o testemunho de Cristo e da Trindade Santa, a vida de fé, esperança e caridade, o martírio de tantos irmãos pelo Nome de Jesus. Todos estes são elementos da Igreja de Cristo que, graças a Deus, estão presentes nestas Comunidades eclesiais e nos impelem à unidade da única Igreja de Cristo. Uma coisa é certa, no entanto: “os fieis não podem imaginar a Igreja de Cristo como se fosse uma soma das Igrejas e Comunidades eclesiais; nem lhes é permitido pensar que a Igreja de Cristo hoje não exista em parte alguma, tornando-se, assim, um mero objeto de procura por parte de todas as Igrejas e Comunidades”. Com isto não se quer dizer de modo algum que quem está fora da Igreja católica não se salve ou não pertença à Igreja: “as próprias Igrejas e Comunidades separadas, embora tendo faltas, não se pode dizer que não tenham importância no mistério da salvação ou sejam vazias de significado, já que o Espírito não Se recusa a servir-Se delas como instrumentos de salvação, cujo valor deriva da mesma plenitude da graça e da verdade que foi dada à Igreja de Cristo”.
Finalmente o Documento explica que a Igreja não é o Reino, mas é sinal do Reino, “é o Reino já presente em mistério”. Este Reino de Deus foi inaugurado por Cristo e somente Nele pode acontecer em plenitude. A Igreja, como sinal deste Reino e como Corpo do Cristo, único Salvador, é necessária para a salvação. “Só Cristo é o mediador e caminho da salvação; ora, Ele torna-Se presente no Seu Corpo, que é a Igreja. (...) Esta doutrina não se contrapõe à vontade salvífica universal de Deus (cf. 1Tm 2,4); daí a necessidade de manter unidas as duas verdades: a real possibilidade de salvação em Cristo para todos os homens e a necessidade da Igreja para essa salvação”.
Em outras palavras: todo aquele que, sem culpa não (re)conhece a Cristo ou não (re)conhece a Igreja católica, seguindo retamente sua consciência pode ser salvo. Mas esta salvação vem do Cristo que é Cabeça da Igreja, que subsiste plenamente na Igreja católica. Toda salvação vem de Cristo; toda salvação passa, de modo que só Deus conhece, pela Igreja católica, Corpo do Salvador.
Estes pontos aqui elencados exprimem elementos muito importantes da nossa fé e devem ser sempre e em toda parte sustentados com firmeza firmeza e serenidade. O Senhor nos ajude a fazê-lo!

sábado, 8 de junho de 2019

Liturgia da Santa Missa - Oração e abraço da Paz

Oração e abraço da Paz


"A paz de Cristo não pode enraizar-se num coração incapaz de viver a fraternidade e de reparar depois de a ter ferido."
Papa Francisco


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 4 de junho de 2019

Sementes de Fé - A Oração como dom de Deus

Oração Como Dom de Deus


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 2 de junho de 2019

Liturgia da Santa Missa - o Pai Nosso



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Papa: o pecado envelhece, o Espírito nos torna sempre jovens



O Espírito Santo é o protagonista da passagem do Evangelho proposta na liturgia da missa, desta terça-feira (28/05), celebrada pelo Papa Francisco na Capela da Casa Santa Marta.
“No discurso de despedida aos discípulos antes de subir ao Céus, Jesus”, disse o Papa em sua homilia, “nos faz uma verdadeira catequese sobre o Espírito Santo”. Jesus nos explica quem ele é. Os discípulos ficaram tristes ao ouvir que Jesus os deixará e Jesus os repreende por isso. Francisco afirmou: “Não, a tristeza não é um comportamento cristão”. Mas como não ficar triste? “E contra a tristeza, na oração, pedimos ao Senhor para que guarde em nós a juventude renovada do espírito”. Aqui, entra em jogo o Espírito Santo porque é Ele que faz com que haja em nós essa juventude que nos renova sempre.



Papa Francisco durante a missa na Casa Santa Marta (Vatican Media) | Foto: Vatican News

O coração do cristão é jovem
O Papa citou uma santa que dizia: “Um santo triste é um triste santo”. “Portanto, um cristão triste é um triste cristão e isso não é bom. A tristeza não entra no coração do cristão, porque ele é jovem”, prosseguiu Francisco.
O Espírito Santo é aquele que nos torna capazes de carregar as cruzes. O Pontífice citou o exemplo de Paulo e Silas que na prisão cantavam hinos a Deus, conforme a primeira leitura de hoje, extraída do Livro dos Atos dos Apóstolos.

O Espírito Santo renova todas as coisas. “O Espírito Santo é aquele que nos acompanha na vida, que nos sustenta. É o Paráclito”, frisou o Papa. “Mas que nome estranho”, disse Francisco, recordando que numa missa para crianças, num domingo de Pentecostes, ele perguntou se elas sabiam quem fosse o Espírito Santo. E um menino lhe respondeu: o paralítico.
Muitas vezes nós pensamos que o Espírito Santo é um paralítico, que não faz nada… Pelo contrário, é Aquele que nos sustenta. Paráclito: a palavra paráclito significa “aquilo que está ao meu lado para me apoiar”, para que eu não caia, para que eu vá adiante, para que eu conserve essa juventude do Espírito. O cristão é sempre jovem: sempre. Quando o coração do cristão começa a envelhecer, a sua vocação de cristão começa a diminuir. Ou você é jovem de coração e de alma ou não é cristão.

"A tristeza não é um comportamento cristão", disse Francisco na homilia missa celebrada na Casa Santa Marta


Diálogo cotidiano com o Espírito
Francisco prosseguiu, dizendo que na vida haverá dor. Paulo e Silas foram acoitados e sofreram, “mas estavam cheios de alegria, cantavam…”.
Isso é juventude. Uma juventude que faz você olhar sempre a esperança. É isso, avante! Mas, para ter essa juventude é necessário um diálogo cotidiano com o Espírito Santo, que está sempre ao nosso lado. É o grande presente que Jesus nos deixou: esse apoio, o que faz a gente seguir em frente.

O pecado envelhece a alma
Mesmo que sejamos pecadores, o Espírito nos ajuda a nos arrepender e nos faz olhar para frente. “Fale com o Espírito”, disse o Papa. “Ele apoiará você e lhe dará novamente a juventude”. O pecado, por outro lado, envelhece: “Envelhece a alma, envelhece tudo”. Francisco sublinhou ainda: “Jamais esta tristeza pagã”. Na vida há momentos difíceis, mas nesses momentos “sentimos que o Espírito nos ajuda a ir em frente (…) e a superar as dificuldades. Até mesmo o martírio”. E o Papa concluiu:
Peçamos ao Senhor para não perder esta juventude renovada, para não ser cristãos aposentados que perderam a alegria e se deixam conduzir… O cristão nunca se aposenta, o cristão vive, vive porque é jovem, quando é cristão verdadeiro.

Fonte: Vatican News

Perdoai e tudo o que pedirdes com fé na oração vós o alcançareis - Márcio Mendes (25/05/19)

Perdoai e tudo o que pedirdes com fé na oração vós o alcançareis - Márcio Mendes (25/05/19)


terça-feira, 28 de maio de 2019

Praia de Icaraí recebeu Cenáculo Mariano


O Movimento Sacerdotal Mariano (MSM), Padre Marcelo José, responsável regional pelo Movimento e as demais pastorais marianas de Niterói, promoveram um Cenáculo, encerrando as comemorações do mês dedicado a Maria, na Praia de Icaraí.

Como em anos anteriores, o Cenáculo aconteceu no sábado, 25 de maio 15h, entre as ruas Belizário Augusto e Otávio Carneiro, na Praia de Icaraí. O evento começou com o Terço Mariano.






Adaptado: http://arqnit.org/arqnit/praia-de-icarai-recebe-cenaculo-mariano/

O final do Credo - Amém







Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Liturgia da Santa Missa - Doxologia Final

Liturgia da Santa Missa - Doxologia Final


"A celebração da Santa Missa tem tanto valor como a morte de Jesus na Cruz."
São Tomás de Aquino

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

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