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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Católico Covarde

DIA na Praia 2019

Para marcar os 10 anos da páscoa definitiva do Servo de Deus Guido Schaffer, aconteceu mais um evento DIA, em sua quarta edição essa de 2019, nesta quarta-feira, dia 1º de maio, na Praia do Guido, no posto 11, no Recreio dos Bandeirantes. O evento contou com centenas de  pessoas e teve seu início às 8h com a bênção das pranchas por Dom Roberto Lopes. Às 9h, o Santíssimo Sacramento foi exposto e tocou muitas pessoas que estavam presentes na praia, num momento de intensa oração e fé. 


Uma dessas pessoas foi Anielle Maia, de 26 anos, fisioterapeuta, que disse ter voltado a comparecer ao evento após uma primeira experiência bem-sucedida de fé e espiritualidade.

"Vim no ano passado. Não conhecia a história do Guido Schaffer e passei a conhecer através do evento. Sou catequista em Mesquita na paróquia do Cristo Ressuscitado. O que mais me toca na vida do Guido foi o fato de não ter deixado de ser jovem e servir a Deus. Muita gente acha que quem serve à Deus não pode ser jovem.Ele vivia a vida dele e ajudava muita gente", declarou a moça.

Priscila Oliveira, 25 anos, atendente de farmácia e que participa da Comunidade Shalom, também se sensibilizou com a história do Guido.

"Eu faço parte de um grupo de oração chamado DIA (Duc in Altum) na Comunidade Shalom e por isso fui convidada a participar do evento porque o Guido é o intercessor do nosso grupo. O que mais me toca em sua vida é a sua entrega total a Deus e aos outros. Isso me motiva na minha vocação a ser da comunidade Shalom. Estou em discernimento vocacional e essa entrega dele me toca, a forma como viveu e vive em nossos corações", disse a jovem.

Maria Amalia Cury, 62 anos, enfermeira, foi agradecer a duas graças alcançadas.

"O que me trouxe aqui hoje foi a Fé porque alcancei duas graças de cura de duas irmãs, principalmente a minha irmã caçula, através do Guido. Vim também através de um propósito de alcançar uma graça espiritual relacionada à uma atitude que terei que tomar. O que mais me toca é a caridade e a simplicidade do Guido e a sua preocupação com os pobres", afirmou emocionada.

Houve confissões durante todo o tempo, realizadas pelos padres presentes. E também uma exposição contando sobre a vida do Guido passando por momentos marcantes na Fé, Medicina e Surf com fotos e trechos de seus escritos.

Às 10h, aconteceu a santa Missa presidida por Dom Roberto Lopes e concelebrada por vários padres, dentre eles, o padre Jorjão, presidente da Associação Guido Schaffer e o português padre Ricardo Figueiredo, que escreveu um livro sobre o Guido intitulado Um Santo Surfista. Em sua homilia, padre Ricardo disse que os padres têm que ser santos em primeiro lugar. Completou que Deus ama a todos e nos quer santos. E que para sermos santos não temos que andar à beira da praia, temos que ir mais longe. Este é o caminho de santidade, Duc in Altum,  buscando em águas mais profundas. E acrescentou que o Papa Francisco quer que as jornadas da juventude tenham como objetivo a evangelização. A próxima Jornada Mundial da Juventude será em Lisboa em 2022.

A missa foi animada por jovens amigos do Guido da paróquia Nossa Senhora da Paz, do grupo Fogo do Espírito Santo e por um grupo de seminaristas.

Os seminaristas participaram intensamente do evento: ajudando na exposição do Santíssimo Sacramento, com o ministério de música, auxiliando na entrega da Eucaristia. Dentre eles, André Luiz Oliveira dos Santos, que está no 2º ano de Teologia do Seminário São José.

"Celebrar dez anos da páscoa do Servo de Deus Guido Schaffer foi um sinal claro da vontade de  Deus para nós, seminaristas, que é a santidade. Escutar os testemunhos daqueles que conviveram com ele e vislumbrar, tocar naqueles que receberam graças fazem ecoar no coração dos  seminaristas o desejo de cumprir a vontade de Deus. Depois, olhar a sua vida, a devoção eucarística dele, a vida na Palavra, contemplar esses aspectos é para nós, fundamental, no que diz respeito à busca da santidade", disse o seminarista André.

Depois da missa houve o replantio das mudas de vegetação nativa pelas crianças que assistiram à missa. E por fim, a roda dos surfistas. Também teve um show de um DJ, Ronald Carvalho, com música eletrônica católica. Em 2020, tem mais. A presença do Guido na praia é muito forte e sentir que através dele há uma intensa evangelização motiva a todos a repetir o evento.
(Texto de Anna Barros)
Associação Cultural Católica Guido Schaffer







Apoie a causa de beatificação do Servo de Deus Guido:
Banco Bradesco
Agência 0213-5
Conta corrente 222-4
Favorecido: Associação Cultural Católica Guido Schaffer
CNPJ 18.418.486/0001-48

domingo, 19 de maio de 2019

Liturgia da Santa Missa - Intercessões

Liturgia da Santa Missa - Intercessões



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


quinta-feira, 16 de maio de 2019

Tudo por Jesus, nada sem Maria!

Fonte: https://cleofas.com.br/tudo-por-jesus-nada-sem-maria/

POR PROF. FELIPE AQUINO

Jesus fez tudo através de Nossa Senhora. Ele veio ao mundo por ela. Ela lhe deu a natureza humana que fez do Verbo encarnado o sumo Sacerdote. Ela foi o paraíso do novo Adão, como disse São Luís Maria de Montfort; ela o embalou em seus braços; ensinou-o a andar, falar, rezar e o preparou para a grande missão de Salvador da humanidade.
Por Maria Ele foi levado ao Egito, para fugir da fúria diabólica de Herodes, e ali o protegeu.
Por Maria Jesus começou os seus milagres, nas bodas de Caná da Galileia; a seu pedido, “quando ainda não havia chegado a sua hora”.
Maria o acompanhou em sua missão redentora e chegou até o Calvário com Ele.
Ninguém cooperou mais do que Maria com o Senhor na obra da salvação da humanidade. Por isso ela mereceu a glória da Assunção ao céu de corpo e alma. No céu ela continua a sua missão de Mãe dos viventes.
Jesus quis nos dá-la aos pés da cruz, para ser a nossa Mãe espiritual. Na cruz, agonizando, com lábios de sangue, antes de “entregar o espírito ao Pai”, Ele nos fez filhos de Sua Mãe. Olhou para o discípulo João, que tanto amava, e disse: “Eis aí a tua Mãe”. E o Apóstolo a “levou para a sua casa” (cf. Jo 19,27).
Maria foi a última dádiva que Jesus nos deixou.
Rejeitá-la como Mãe seria, pois, terrível, seria o mesmo que dizer a Jesus: “Eu não quero receber a Tua Mãe para minha Mãe”. Sem dúvida esta recusa seria para Jesus pior do que aquela última estocada da ponta da lança no Seu divino coração; pior do que aquelas afrontas, daqueles tapas no rosto, pior do que os açoites e espinhos que Ele recebeu…
Seria uma insana ousadia recusar à Sua Mãe, para nossa Mãe. “Eis aí a tua Mãe”.
Por amor a Jesus, leve-a você também para a tua casa e Ela conquistará todas as graças que você precisa para viver como Deus quer.
Se Jesus deixou-nos a Sua Mãe para nossa Mãe, é porque isto é necessário para a salvação de cada um de nós. Este gesto não foi apenas um carinho a mais para conosco; foi uma grande necessidade.
Grandes santos e doutores da Igreja, como São Bernardo, Santo Afonso de Ligório, e outros, afirmam que: “Maria é necessária para a nossa salvação”.
São Luís de Montfort nos pergunta: Se Deus, que é onipotente, e portanto não precisava dela para salvar o mundo, e no entanto, quis precisar dela, será que você é tão orgulhoso que acha que pode se salvar sem o seu auxílio?
Só Jesus é o Salvador (cf. At 4,12). Sabemos que só Jesus é “o único Mediador entre Deus e os homens” (cf. 1Tm 2,5), e nenhuma mediação é válida sem a de Jesus; mas Deus quis que Maria fosse uma mediadora “subordinada”. Ela é a grande Auxiliadora dos Cristãos; Aquela que nos leva à fonte da salvação, Jesus.
Ela é a mediadora de todas as graças, através de Jesus, não em paralelo, não de maneira substitutiva. A mediação de Maria, ensina o Concílio Vaticano II, valoriza ainda mais a mediação de Jesus.
Se Jesus quer precisar de nós para salvar o mundo, quanto mais Ele não quer precisar de Maria!
Se foi por Ela que Jesus veio a nós, então, dizem os santos, é também por Ela que devemos ir a Jesus.
A Igreja já cansou de ensinar que, em nada, a mediação de Maria substitui a única e indispensável Mediação de Jesus; é apenas uma mediação subordinada, auxiliar, materna.
Depois que o demônio consegue fazer alguém escravo do pecado, em seguida trabalha arduamente para afastá-lo de Maria, pois sabe que Ela é o Refúgio dos pecadores; isto é, aquela que poderá convencê-lo a deixar o pecado e voltar à fonte da graça.
Infelizmente muitos trazem no coração uma certa rejeição a Maria, como se ela fosse uma “rival” de Jesus. É tentação! É uma forte tentação! Jesus continua a nos dizer hoje: “Eis aí a tua Mãe!” Leve-a para casa!
Jesus foi gerado em Maria. E se Ela, dizem os doutores santos, gerou a Cabeça da Igreja, haverá de gerar também os Seus membros.
A Igreja é o Corpo de Cristo; Ele é a Cabeça, e nós os membros. Ela gerou a Cabeça, e deve gerar também os membros. E aí está a grande missão de Maria na vida de cada um de nós: ser nossa Mãe espiritual.
Todo aquele que ama Jesus, deve amar e honrar a Maria. Qual o Filho que gostaria de ver a sua Mãe desprezada?
Assim como a sua mãe terrena o gerou e educou segundo a natureza, Jesus quis que a Sua Mãe gere e eduque você segundo a graça. A missão da mãe é gerar e educar.
A maior glória que se pode dar a Deus Pai, dizem os santos, é que Jesus seja formado em nós. Deus “nos predestinou para sermos conformes a imagem de seu Filho” (Rm 8,29).
E quem faz essa obra em nós é o Espírito Santo e Maria, afirma São Luís de Montfort.
Santo Agostinho chamou Maria de a “forma Dei”; isto é, a fôrma de Deus, o molde que Deus usa para fazer santos em série, como se faz imagens em série.
Sem Maria, diz São Luís de Montfort, é árduo, difícil, perigoso e demorado o caminho até a santidade; mas com Maria esse caminho se torna suave, seguro, rápido, e não desistiremos dele.
Enfim, Maria é o grande Auxílio que Jesus nos deixou para vencermos toda fraqueza e miséria que enfrentamos na luta contra nós mesmos, contra o mundo e contra o demônio.
Seremos tão insensatos e orgulhosos, a ponto de dizer: “Jesus, eu não preciso de Tua Mãe”? Não sejamos insensatos!
Você não pode dar essa alegria ao demônio!
Nas bodas de Caná, Ela fez com que Jesus “antecipasse a Sua hora” (Jo 2,1-11). E Jesus, “porque Ela pediu”, transformou 600 litros de água em vinho especial.
Entre muitas outras coisas, o milagre das bodas mostra que Jesus “nada” nega a Sua Mãe, tal é a gratidão que Ele tem a Ela, pelo seu “Sim” integral, que fez dela a Sua Mãe.
Essa é a razão pela qual Jesus não nega nada a Maria; porque quer honrá-la de todas as maneiras possíveis, e ser-lhe grato, ensinam grandes santos.
Por isso, tornou-se célebre na Igreja a sentença: “Pede à Mãe, que o Filho atende”.
Se não somos dignos de conquistar de Deus a graça que necessitamos, no entanto, lembremo-nos de que existe Alguém que “achou graça diante de Deus” e que foi saudada pelo próprio Deus com a expressão: “cheia de graça” (Lc 1,28).
Maria é a “Medianeira de todas as graças”, ensinam os santos doutores (S. Agostinho, S. Bernardo, S. Boaventua, S. Afonso, etc). Nenhuma graça chega até nós sem passar por Maria.Por quê? Será que Deus é limitado? Não!
Não é uma limitação imposta ao Senhor, mas sim o Seu próprio desejo, dizem os santos, porque Deus quer honrá-la sobremaneira.
A razão é lógica. Qual foi a maior “Graça” que a terra recebeu do céu? Jesus, o Salvador dos homens. E por que “meio”, através de que “canal”, Deus Pai no-lo deu? Por Maria.
Então, os Santos concluem facilmente: Se a “maior” Graça (Jesus) veio “por Maria”, será que as outras, que são menores, viriam sem ser por meio dela? Não, é a resposta dos santos.
São Bernardo a chama de “Aqueduto de Deus.” São Luís de Montfort resume tudo dizendo que “Deus reuniu todas as águas e deu o nome de mar, reuniu todas as graças e deu o Nome de Maria”.
Maria é o oceano das graças de Deus.
Aquele que ama a Jesus não pode deixar de amar Maria e de se consagrar a ela todos os dias, porque ela é a Consoladora dos aflitos, o Auxílio dos cristãos, a Medianeira de todas as graças, a Advogada nossa.
Os primeiros cristãos, já no século II rezavam a oração de consagração a Nossa Senhora dizendo:
“Debaixo de Vossa proteção nos refugiamos ó Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, Virgem gloriosa e bendita”. Amém.
Faça tudo por Jesus, mas não sem Maria; é o sucesso de todo aquele que segue a Jesus. São Bernardo dizia que nenhum dos filhos de Maria se perderá; e que nenhum servo dela recua diante das perseguições do mundo e do demônio.
Por Ti Jesus, amarei a Tua Mãe e minha Mãe de todo o meu coração!
Prof. Felipe Aquino


Fonte: https://cleofas.com.br/tudo-por-jesus-nada-sem-maria/

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Nossa Senhora de Fátima, graça e misericórdia

Segundo as memórias da Irmã Lúcia, podemos dividir a mensagem de Fátima em três ciclos: Angélico, Mariano e Cordimariano.
O Ciclo Angélico se deu em três momentos: quando o anjo se apresentou como o Anjo da Paz, depois como o Anjo de Portugal e, por fim, o Anjo da Eucaristia.
Depois das aparições do anjo, no dia 13 de maio de 1917, começa o ciclo Mariano, quando a Santíssima Virgem Maria se apresentou mais brilhante do que o sol a três crianças: Lúcia, 10 anos, modelo de obediência e seus primos Francisco, 9, modelo de adoração e Jacinta, 7, modelo de acolhimento.
Na Cova da Iria aconteceram seis aparições de Nossa Senhora do Rosário. A sexta, sendo somente para a Irmã Lúcia, assim como aquelas que ocorreram na Espanha, compondo o Ciclo Cordimariano.
Em agosto, devido às perseguições que os Pastorinhos estavam sofrendo por causa da mensagem de Fátima, a Virgem do Rosário não pôde mais aparecer para eles na Cova da Iria. No dia 19 de agosto ela aparece a eles então no Valinhos.
Algumas características em todos os ciclos: o mistério da Santíssima Trindade, a reparação, a oração, a oração do Santo Rosário, a conversão, a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria. Enfim, por intermédio dos Pastorinhos, a Virgem de Fátima nos convoca à vivência do Evangelho, centralizado no mistério da Eucaristia. A mensagem de Fátima está a serviço da Boa Nova de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A Virgem Maria nos convida para vivermos a graça e a misericórdia. A mensagem de Fátima é dirigida ao mundo, por isso, lá é o Altar do Mundo.
Expressão do Coração Imaculado de Maria que, no fim, irá triunfar é a jaculatória ensinada por Lúcia: “Ó Meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do Inferno, levai as almas todas para o Céu; socorrei principalmente as que mais precisarem!”
Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Como estamos comungando?

Para comungar do Corpo e Sangue de Cristo é preciso estar em estado de graça, em amizade com Deus, isso é fato. Por que, então, nada acontece? Por que não há uma mudança, uma verdadeira conversão? Por que Jesus não opera realmente na vida de quem Dele se alimenta? É sobre a maneira como comungamos que Padre Paulo Ricardo refletirá nesse Parresía.

Padre Paulo Ricardo

sábado, 4 de maio de 2019

Liturgia da Santa Missa - Eis o Mistério da Fé

Liturgia da Santa Missa - Eis o Mistério da Fé

"Entrar no Mistério de Jesus Cristo é mais, é deixar-se ir naquele abismo de misericórdia onde não existem palavras: somente o abraço do amor."
Papa Francisco

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


domingo, 28 de abril de 2019

Evangelho e homilia - 28/04/2019



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Liturgia da Santa Missa - A perpetuação do Mistério

Liturgia da Santa Missa - A perpetuação do Mistério



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 23 de abril de 2019

Liturgia da Santa Missa - A Consagração


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Santo do dia - São Jorge

Conhecido como 'o grande mártir', foi martirizado no ano 303.
A seu respeito contou-se muitas histórias. Fundamentos históricos temos poucos, mas o suficiente para podermos perceber que ele existiu, e que vale à pena pedir sua intercessão e imitá-lo.

Pertenceu a um grupo de militares do imperador romano Diocleciano, que perseguia os cristãos. Jorge então renunciou a tudo para viver apenas sob o comando de nosso Senhor, e viver o Santo Evangelho.

São Jorge não queria estar a serviço de um império perseguidor e opressor dos cristãos, que era contra o amor e a verdade. Foi perseguido, preso e ameaçado. Tudo isso com o objetivo de fazê-lo renunciar ao seu amor por Jesus Cristo. São Jorge, por fim, renunciou à própria vida e acabou sendo martirizado.

Uma história nos ajuda a compreender a sua imagem, onde normalmente o vemos sobre um cavalo branco, com uma lança, vencendo um dragão:

“Num lugar existia um dragão que oprimia um povo. Ora eram dados animais a esse dragão, e ora jovens. E a filha do rei foi sorteada. Nessa hora apareceu Jorge, cristão, que se compadeceu e foi enfrentar aquele dragão. Fez o sinal da cruz e ao combater o dragão, venceu-o com uma lança. Recebeu muitos bens como recompensa, o qual distribuiu aos pobres.”

Verdade ou não, o mais importante é o que esta história comunica: Jorge foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé. Se compadeceu do povo porque foi um verdadeiro cristão. Isto é o essencial.

Ele viveu sob o senhorio de Cristo e testemunhou o amor a Deus e ao próximo. Que Ele interceda para que sejamos verdadeiros guerreiros do amor.

São Jorge, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

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