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sábado, 23 de março de 2019

Sementes de Fé - Liturgia da Santa Missa - Oração Eucarística

"A Missa é oração, aliás, é a oração por excelência, a mais elevada, a mais sublime, e ao mesmo tempo a mais "concreta".
Papa Francisco

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 16 de março de 2019

Sementes de Fé - 16/03/2019 - oração do Ofertório

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Sementes de Fé - 15/03/2019 - Quaresma

"A Quaresma é o outono da vida espiritual, durante o qual colhemos os frutos para todo o ano." São Francisco Sales

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 12 de março de 2019

Sementes de Fé - 12/03/2019

Catecismo da Igreja Católica - A Igreja na linguagem simbólica



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 10 de março de 2019

Sementes de Fé - 10/03/2019 - Evangelho do Dia

"Quantas vezes vencemos as tentações, tantas vezes somos coroados."
São Bernardo

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Evangelho do dia 10/03/2019 - Homilia

Anúncio do Evangelho (Lc 4,1-13)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão, e, no deserto, ele era guiado pelo Espírito. 2Ali foi tentado pelo diabo durante quarenta dias. Não comeu nada naqueles dias e, depois disso, sentiu fome. 3O diabo disse, então, a Jesus: “Se és Filho de Deus, manda que esta pedra se mude em pão”. 4Jesus respondeu: “A Escritura diz: ‘Não só de pão vive o homem’”.

5O diabo levou Jesus para o alto, mostrou-lhe por um instante todos os reinos do mundo 6e lhe disse: “Eu te darei todo este poder e toda a sua glória, porque tudo isso foi entregue a mim e posso dá-lo a quem eu quiser. 7Portanto, se te prostrares diante de mim em adoração, tudo isso será teu”.

8Jesus respondeu: “A Escritura diz: ‘Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás’”.

9Depois o diabo levou Jesus a Jerusalém, colocou-o sobre a parte mais alta do Templo, e lhe disse: “Se és Filho de Deus, atira-te daqui abaixo! 10Porque a Escritura diz: ‘Deus ordenará aos seus anjos a teu respeito, que te guardem com cuidado!’ 11E mais ainda: ‘Eles te levarão nas mãos, para que não tropeces em alguma pedra’”.

12Jesus, porém, respondeu: “A Escritura diz: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus’”. 13Terminada toda a tentação, o diabo afastou-se de Jesus, para retornar no tempo oportuno.

- Palavra da Salvação
- Glória a vós Senhor

Homilia do dia 10/03/2019
O Espírito Santo nos conduz até o deserto porque ele é necessário

Deus, pelo Seu Espírito, nos conduz ao deserto para nos purificar de tantas coisas que não correspondem à vontade d’Ele em nossa vida
“Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão, e, no deserto, Ele era guiado pelo Espírito. Ali foi tentado pelo diabo durante quarenta dias” (Lucas 4, 1-2). 

A liturgia de hoje nos coloca em comunhão com a Quaresma de Jesus. Por quarenta dias Ele foi conduzido pelo Espírito ao deserto, e, no deserto, o Espírito o conduzia.

Aqui, é muito importante tomarmos consciência disso, pois o Espírito Santo nos conduz até o deserto porque ele é necessário. O deserto é o lugar do encontro consigo mesmo; é o lugar do esvaziamento; é o lugar onde nos enchemos e nos preenchemos pela graça de Deus. 

Mas quando nos colocamos para ir ao deserto, enfrentaremos tentações. Jesus não tinha o mal dentro de si, era o mal externo que o impelia. Mas, dentro de nós há muitos demônios que não querem sair da nossa vida. Demônio da acomodação, da gula, dos prazeres, do egoísmo, da soberba, da vontade própria. Precisamos ir para o deserto para combater aos demônios que atormentam a nossa vida; para purificar a nossa alma e o nosso coração.

Somos tentados quando queremos expulsar esses demônios de nós, porque eles não querem sair da nossa vida. Porém, se nos deixarmos ser guiados pelo Espírito, no poder da Palavra combateremos as tentações da nossa vida. Neste tempo de graça, somos chamados a não somente deixar de comer e fazer uma penitência, mas também, somos chamados a combater o mal.

Jesus combateu o mal da tentação, do prazer, da gula. O homem de Deus não vive só do que come, dos prazeres desta vida, e sim daquilo que é a Palavra de Deus. Por isso, o sentido primordial para nos encontrarmos com a nossa espiritualidade é o de nos voltarmos inteiramente para a Palavra de Deus. Precisamos deixar que ela guie e direcione a nossa vida.

Jesus, lá no deserto, foi levado pelo demônio para ser tentado pela grande tentação do ter, do poder. Quem de nós não quer ter tudo? Quem de nós não é tentado pelo consumismo, pelo desejo de possuir? Está lá dentro suscitando a cobiça. Precisamos vencer a esse demônio terrível que, muitas vezes, está dentro de nós e quer nos impelir para que vivamos à margem do consumo. A pessoa, hoje, não se mede pelo o que ela é, e sim por aquilo que ela tem. É a tentação dos tempos em que vivemos.

Há outra tentação que é a de desonrar o nome de Deus, ou ainda, tomar o nome d'Ele em vão. O demônio convida a Jesus para se lançar, e assim Deus poderia o socorrer. Colocar Deus à prova, colocar Deus de formas desnecessárias até nas práticas erradas que fazemos e, depois, jogar tudo para cima d’Ele é uma terrível tentação.

É uma tentação terrível elevar a vida em nome de Deus, em tudo colocar Deus, mas as práticas não corresponderem à vontade d’Ele. Por isso, Jesus diz: “Não tentarás o Senhor, Teu Deus”.

Não tentemos colocar Deus onde Ele não está e não tentemos instrumentalizá-Lo para as nossas necessidades, onde jogamos tudo para cima d’Ele. Deus, pelo Seu Espírito, nos conduz ao deserto para nos purificar de tantas coisas que não correspondem à vontade d’Ele em nossa vida.

Deus abençoe você!
                             
Pe. Roger Araújo

sábado, 9 de março de 2019

Sementes de Fé - 09/03/2019

Liturgia da Santa Missa - preparação dos dons.
"Vinde comer do meu pão e beber do vinho que preparei para vós!"
Pr, 9,5

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 8 de março de 2019

Evangelho do dia 08/03/2019 - Homilia

Evangelho (Mt 9,14-15)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 14os discípulos de João aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Por que razão nós e os fariseus praticamos jejuns, mas os teus discípulos não?”

15Disse-lhes Jesus: “Por acaso, os amigos do noivo podem estar de luto enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, sim, eles jejuarão”.

- Palavra da Salvação
- Glória a vós Senhor

Homilia do dia 08/03/2019
Façamos jejum nos dedicando à graça da oração e da caridade
O jejum tem um significado purificador e renovador
“É porque, ao mesmo tempo que jejuais, fazeis litígios e brigas e agressões impiedosas. Não façais jejum com esse espírito, se quereis que vosso pedido seja ouvido no Céu. Acaso é esse jejum que aprecio, o dia em que uma pessoa se mortifica?” (Isaías 58, 4-5).

Faz parte das práticas penitenciais do tempo da Quaresma e da vida de um cristão: a prática do jejum.  Ele é uma excelente mortificação para a alma, para o corpo e para o Espírito. Ele é uma resposta que damos à escravidão dos prazeres que, muitas vezes, vivemos na sociedade; inclusive, o prazer de comer, dos sentidos e assim por diante.

Jejuar é colocar um freio nos nossos apetites que, por vezes, se tornam imoderados; é mesmo uma forma de moderação interior.

Agora, se levarmos o jejum apenas como sacrifício para a fé, ele não terá nenhum valor. O sacrifício pelo sacrifício é apenas um sacrifício. Pessoas que jejuam porque querem emagrecer e estarem bem de saúde é outra coisa. Já, aqui, falamos do jejum em sua dimensão espiritual, como forma de oração e de relação com Deus.

É a dádiva que oferecemos a Deus. Assim como oferecemos a Deus a nossa vida, agora oferecemos a Ele o nosso coração, as nossas inclinações; oferecemos o nosso “apetite” de vida para Deus. Por isso, o jejum deve ser feito não apenas deixando de fazer um refeição, e sim nos oferecendo a Deus.

Jejuar tem um significado purificador e renovador. Veja bem, na Primeira Leitura que ouvimos hoje, Isaías nos diz: “Esse é o jejum que me agrada? Passar um dia se mortificando? Sendo que, neste dia, vocês promovem brigas, litígios, desentendimentos e conflitos”.

O jejum é para nos purificar dos conflitos não resolvidos dentro de nós, e não são poucos. Muitas vezes, não brigamos externamente com o outro, mas dentro de nós temos muitas coisas mal resolvidas uns com os outros. Jejuar é o remédio para nos purificar do nosso orgulho e da nossa soberba. É o remédio para nos colocar na via da humildade; nos ajudar a reconhecer onde precisamos melhorar, rever, onde, de fato, precisamos dialogar e, sobretudo, ouvir.

O jejum é para "frear” o nosso orgulho e nossas imoderações interiores. Então, espiritualmente, tem um valor muito sagrado. Façamos jejum hoje e nos dias da Quaresma (que nos são possíveis) com este espírito, graça: nos dedicarmos à oração para nos purificarmos daquilo que tanto precisamos.

Por outro lado, o jejum é sempre ligado à caridade. Ora, aquilo que deixamos de comer, simplesmente não deixamos por si só, pois precisamos nos lembrar, nos recordar e tomar consciência daqueles que não têm o que comer. Existem pessoas que jejuam todos os dias da vida, mas são incapazes de ajudarem a um pobre, a um faminto. A carne que deixamos de comer hoje, é a carne com qual podemos alimentar quem não a tem quase nenhum dia da vida.

O jejum é para acender, em nós, a lâmpada da caridade que, muitas vezes, está apagada, porque estamos preocupados apenas com as nossas coisas.

Deus abençoe você.

Pe. Roger Araújo

quinta-feira, 7 de março de 2019

Sementes de Fé - 07/03/2019 - A Quaresma


"A Quaresma proporciona a arma prática e eficaz do jejum e da esmola para lutar contra o desmedido apego ao dinheiro" 
São João Paulo II


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 6 de março de 2019

A antiengenharia da Santidade

A estratégia do inimigo de Deus



https://youtu.be/ZN2j4jRZiSk

A Quaresma

Nesse #ENTENDENDO, vamos aprender um pouco sobre a quaresma, que é o tempo litúrgico que a Igreja marca para nos prepararmos para a grande festa da Páscoa!




https://youtu.be/6yoky5huvOI

VIVENDO BEM A QUARESMA


Dicas para viver bem a quaresma.


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