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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

O Exorcismo, a Confissão e o Mal!

Do Blog Livre de Todo Mal - https://blog.cancaonova.com/livresdetodomal/o-exorcismo-a-confissao-e-o-mal/

O Exorcismo só retira o demônio do corpo, a confissão retira o Mal de nosso espírito.” (Padre José Fortea)

Tenho recebido diversos e-mails de pessoas que alegam estar supostamente vivendo algum tipo de realidade espiritual Diabólica.
Alguns casos que as pessoas me apresentam, devido aos detalhes contados e a minha própria experiência, é possível identificar que há algo de estranho e que realmente elas possam estar vivendo algo espiritual, e que isso precisará ser um pouco melhor entendido e esclarecido.
E para quem já recebeu algum tipo de respostas dos meus e-mails ou esteve comigo diretamente, sabe que neste meu primeiro contato o que faço é fazer uma série de perguntas para que fique ainda mais claro o discernimento do caso que a pessoa me apresentou.
Após estas perguntas, a minha principal pergunta é: “Há quanto tempo você não se confessa?
E para aqueles que de algum modo eu já aconselhei e acompanho, a minha principal recomendação para que a pessoa se mantenha em seu Processo de Cura e Libertação é: “Você precisa se confessar ao menos uma vez por mês, ou sempre que sentir a necessidade; contanto que não passe de um mês.”
Diante de tudo, o que mais me espanta é ver que muitas pessoas não se confessam faz anos e anos. Algumas até vivem um pouco da fé, dizem ir a Igreja, dizem que vão até à Missa; mas não se confessam!
Realmente me causa muita preocupação pois dizem que vão à Missa, mas que não se confessam faz muito tempo! Isso significa que: Ou estão comungando em pecado, ou não estão comungando
Mas o que eu quero ressaltar com isso, é que as pessoas realmente não entenderam o poder e a força libertadora da confissão.
Elas acreditam que um Exorcismo é muito mais “poderoso” do que elas viverem em dia com sua confissão, e por consequência na graça de Deus.
Se recomendo à estas pessoas que elas precisam sair de suas cidades para vir aqui em Cachoeira Paulista para eu rezar por elas, elas vem felizes e satisfeitas porque receberão Oração. Mas se eu digo que ela precisam passar por uma preparação que se aplica alimentar a sua espiritualidade e se aplicar com fidelidade à confissão, ela esmorecem, se entristecem…
Não é estranho isso?!
Se eu digo à estas pessoas que realmente o problema que elas tem é espiritual e que elas precisarão buscar a ajuda com Oração de Cura e Libertação, elas ficam até felizes…Se eu digo que o que elas tem que fazer é confessar e se empenhar em seu caminho de conversão; logo reclamam e acham que isso nada adiantará diante dos seus problemas…
No fundo as pessoas acham um pouco mais “uteis” conselhos e até atitudes que exijam uma certa “sobrenaturalidade“. Mas estão muito equivocadas quanto à essa postura, se compreendessem a força do Sacramento da Reconciliação.
Num processo de Libertação não tenho duvidas em afirmar que a Confissão é muito, mas muito mais importante e poderoso que um Exorcismo. Por isso volto a repetir o que o Padre José Forteadiz:
O Exorcismo só retira o demônio do corpo, a confissão retira o Mal de nosso espírito.
Isso significa que uma pessoa que se encontra com problemas espirituais e até mesmo passe pela dura realidade da Possessão Diabólica, ela pode ser liberta se houver o arrependimentos de seus pecados, se ela se empenhar na sua vida como cristã e fazer da confissão uma arma e remédio para si, ainda que nunca passe por um Ritual de Exorcismo.
Mas do contrário, já não acho que seja possível: Uma pessoa que viva a realidade de uma possessão Diabólica, mas que não se confesse dos seus pecados, ainda que passe por diversas sessões de Exorcismo, dificilmente será liberta.
Isso porque a libertação não está somente ligada a retirada do Demônio, a libertação esta ligada à sua relação pessoal com Deus e a sua conversão.
Tem pessoas e pregadores que enfatizam muito a questão do Demônio ser expulso, da luta contra o Demônio; falam muito sobre o Demônio…Mas na verdade todo o processo de libertação das ações do Demônio, não esta ligado diretamente ao Demônio em si; esta ligado a conversão do coração desta pessoa. Pois quanto mais me aproximo de Deus, mas longe fico do Mal, quanto mais perto estou de Deus, maiores são as possibilidades de escolher fazer a vontade de Deus para minha vida!
É por isso que o arrependimento dos nossos pecados e a confissão se torna mais importante que o próprio Exorcismo, pois o Exorcismo em si não aproxima necessariamente a pessoa mais de Deus.
Catecismo da Igreja Católica, no número 980 cita que a confissão é necessária para a Salvação: “O sacramento da Penitência é necessário para a salvação daqueles que caíram depois do Batismo, assim como o Batismo é necessário para os que ainda não foram regenerados.”
Conheci pessoas que passaram por sessões de Exorcismos, passaram por Orações de Libertação, e ainda assim não tinham o seu coração voltado para Deus e nem mesmo o arrependimento pelos seus pecados. Isso dificulta muito e até paralisa a eficácia da Oração.
Uma coisa também é certa, não basta a confissão pela confissão! É necessário que o nosso coração esteja realmente arrependido do pecado, e tenha o propósito de tomar novos rumos para a nossa vida.
O Catecismo é tão claro quando diz no numero 1431: “A penitência interior é uma reorientação radical de toda a vida, um retorno, uma conversão para Deus de todo nosso coração, uma ruptura com o pecado, uma aversão ao mal e repugnância às más obras que cometemos. Ao mesmo tempo, é o desejo e a resolução de mudar de vida com a esperança da misericórdia divina e a confiança na ajuda de sua graça. Esta conversão do coração vem acompanhada de uma dor e uma tristeza salutares, chamadas pelos Padres de “animi cruciatus (aflição do espírito)”, “compunctio cordis (arrependimento do coração”).
É exatamente isso! A confissão se torna eficaz quando verdadeiramente queremos mudar de vida! Ai sim a confissão pode nos levar para Deus e nos desvincular do Mal!
Se percebermos que não estamos arrependidos dos nossos pecados, precisamos rezar e pedir à Deus que nos dê a graça do arrependimento e da contrição do coração. E Deus que é sempre bom, fará com que sintamos a dor de te – Lô ofendido. Faça esta experiência!
Em uma das vezes que Padre José Fortea esteve aqui na Canção Nova, eu apresentei à ele um caso grave de Libertação que eu estava acompanhando. Atualizei ele do que eu via e percebia sobre este caso. Ele rezou pela pessoa, e logo viu que se tratava de um caso grave de ação Diabólica. Mas também percebeu que a pessoa não se confessava fazia tempo, ainda que eu tivesse sempre recomendando ela a fazer isso. E a partir dai ele disse que não adiantava querermos fazer nada, pois seria tempo perdido. Uma pessoa que estava junto, recomendou então que ele confessasse esta pessoa, e ele disse que não, pois não seria naquele momento que esta pessoa estaria contrita, pois se não, não valeria de nada.
Decidi continuar acompanhando este caso se eu visse algum tipo de reação da pessoa positiva da pessoa em questão. Mas a verdade é que esta pessoa pouco fez.
Um ano depois eu estive com Padre Duarte Sousa Lara, e novamente apresentei este caso à ele, explicando – lhe todo o histórico. Ele fez uma breve oração, viu que se tratava realmente de um caso de Libertação grave, mas que a pessoa não procurava se confessar, e que desta forma seria praticamente impossível avançar no progresso da sua Libertação. E não quis mais rezar por esta pessoa durante os dias que esteve aqui.
Conclusão: A pessoa continuou no estado em que estava, simplesmente porque a confissão e o arrependimento, junto com o propósito de mudança de vida é o que poderiam dar o impulso inicial no processo de Libertação desta pessoa.
Não quero me delongar, certamente escreverei mais sobre isso em outros artigos, e continuarei a dar dicas importantes em minha página no FACEBOOK.
A questão mais importante para as pessoas que estão vivendo algum tipo de ação diabólica não é procurar um exorcista ou exorcismos; é procurar fazer uma boa confissão e romper com o pecado. E a partir dai sim, recorrer aos meios que a Igreja nos dá.
Recomendo este Exame de Consciência para a preparação de uma boa Confissão.
Deus abençoe você e bons frutos de Santidade!
Rezo por você! Reze por mim e pelo meu Ministério!
Deixe seus comentários abaixo, será importante saber sua experiência ou opinião sobre o assunto!

https://blog.cancaonova.com/livresdetodomal/o-exorcismo-a-confissao-e-o-mal/

Sementes de Fé - 14/12/2018 - Crisma




Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Sementes de Fé - 13/12/2018 - O Batismo


"O Batismo é o mais bonito e maravilhoso dos dons de Deus. Porque é concedido aos que nada têm; graça, porque é dados também aos culpados".
São Gregório de Nazianzo
"O Batismo é o maior presente que já recebemos."
Papa Francisco


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Memória de Santa Luzia

Na jovem SANTA LUZIA, padroeira de Siracusa e da Sicília, além de protetora das pessoas que têm problemas de visão, a Igreja venera um duplo testemunho: o da virgindade de corpo e de alma, que ela guardou com inigualável heroísmo, e o do martírio, que ela suportou pacientemente por amor a Jesus Cristo, a cujo palácio celeste os próprios anjos conduzem pela mão as almas puras e virginais.

Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quinta-feira, dia 13 de dezembro, e peçamos ao Senhor que, pela intercessão de Santa Luzia, nos cure da cegueira dos erros e nos infunda no coração a virtude da SANTA PUREZA: https://padrepauloricardo.org/episodios/memoria-de-santa-luzia-mmxviii.

Santa Luzia, protetora dos olhos

Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus – Luz do Mundo – até as últimas consequências

O nome de Santa Luzia deriva do latim e significa: Portadora da luz. Ela é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a “janela da alma”, canal de luz.
Ela nasceu em Siracusa (Itália) no fim do śeculo III. Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, a ponto de ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém, pagão.
Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs à mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia, e que a cura da grave doença seria a confirmação do “não” para o casamento. Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras e, assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimentos pelos quais passaria, assim como Santa Águeda.
Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses nem quebrar o seu santo voto, ela teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes diante dela, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no ano de 303.
Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus – Luz do Mundo – até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”.
Santa Luzia, rogai por nós!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Curso - Consagração Total a Nossa Senhora

Neste curso, Padre Paulo Ricardo expõe com grande riqueza de detalhes a doutrina por trás do método de consagração proposto por S. Luís Maria Grignion de Montfort

Curso aqui

A devoção à Virgem Santíssima, à qual todo cristão digno desse nome tem filial afeição e natural inclinação, pode manifestar-se de modos muito distintos e variados conforme as épocas e os lugares. Mais, porém, do que ter inúmeras práticas devocionais — sejam elas interiores ou exteriores —, o que realmente importa é ser devoto de corpo e alma, com a intenção de ser todo de Maria a fim de melhor servir e agradar a Deus. É por isso que, de todas as formas de devoção mariana, a mais perfeita e completa é a chamada consagração total: uma entrega a Jesus Cristo pelas mãos de Nossa Senhora, Rainha e Mãe dos fiéis.
Neste curso de 20 aulas, Padre Paulo Ricardo expõe com grande riqueza de detalhes a doutrina por trás do método de consagração proposto por ninguém menos que S. Luís Maria Grignion de Montfort. Trata-se de um estudo sistemático dos princípios fundamentais da consagração mariana que tem por finalidade, mais do que a simples teoria, levar você a viver plenamente a verdadeira devoção à Virgem Santíssima e, assim, corresponder ao chamado à santidade que Deus faz a todos nós.
O que significa consagrar-se a Maria? Quais as suas implicações para a nossa vida espiritual? O que devo fazer para ser um consagrado e viver como tal? Eis alguns dos temas abordados em mais este curso de espiritualidade.

Sementes de Fé - 12/12/2018



"Para enamorar-se Deus de uma alma, não olha a sua grandeza, mas a grandeza de sua humildade."
São João da Cruz


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Nossa Senhora de Guadalupe - Padroeira de toda a América

Nossa Senhora de Guadalupe foi declarada “Padroeira de toda a América”

Num sábado, no ano de 1531, a Virgem Santíssima apareceu a um indígena que, de seu lugarejo, caminhava para a cidade do México a fim de participar da catequese e da Santa Missa enquanto estava na colina de Tepeyac, perto da capital. Este índio convertido chamava-se Juan Diego (canonizado pelo Papa João Paulo II em 2002).
Nossa Senhora disse então a Juan Diego que fosse até o bispo e lhe pedisse que naquele lugar fosse construído um santuário para a honra e glória de Deus.
O bispo local, usando de prudência, pediu um sinal da Virgem ao indígena que, somente na terceira aparição, foi concedido. Isso ocorreu quando Juan Diego buscava um sacerdote para o tio doente: “Escute, meu filho, não há nada que temer, não fique preocupado nem assustado; não tema esta doença, nem outro qualquer dissabor ou aflição. Não estou eu aqui, a seu lado? Eu sou a sua Mãe dadivosa. Acaso não o escolhi para mim e o tomei aos meus cuidados? Que deseja mais do que isto? Não permita que nada o aflija e o perturbe. Quanto à doença do seu tio, ela não é mortal. Eu lhe peço, acredite agora mesmo, porque ele já está curado. Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao Bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade e a cumprirá. Você é meu embaixador e merece a minha confiança. Quando chegar diante dele, desdobre a sua “tilma” (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém, só em sua presença. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omita…”
O prelado viu não somente as rosas, mas o milagre da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, pintada prodigiosamente no manto do humilde indígena. Ele levou o manto com a imagem da Santíssima Virgem para a capela, e ali, em meio às lágrimas, pediu perdão a Nossa Senhora. Era o dia 12 de dezembro de 1531.
Uma linda confirmação deu-se quando Juan Diego fora visitar o seu tio, que sadio narrou: “Eu também a vi. Ela veio a esta casa e falou a mim. Disse-me também que desejava a construção de um templo na colina de Tepeyac e que sua imagem seria chamada de ‘Santa Maria de Guadalupe’, embora não tenha explicado o porquê”. Diante de tudo isso muitos se converteram e o santuário foi construído.
O grande milagre de Nossa Senhora de Guadalupe é a sua própria imagem. O tecido, feito de cacto, não dura mais de 20 anos e este já existe há mais de quatro séculos e meio. Durante 16 anos, a tela esteve totalmente desprotegida, sendo que a imagem nunca foi retocada e até hoje os peritos em pintura e química não encontraram na tela nenhum sinal de corrupção.
No ano de 1971, alguns peritos inadvertidamente deixaram cair ácido nítrico sobre toda a pintura. E nem a força de um ácido tão corrosivo estragou ou manchou a imagem. Com a invenção e ampliação da fotografia descobriu-se que, assim como a figura das pessoas com as quais falamos se reflete em nossos olhos, da mesma forma a figura de Juan Diego, do referido bispo e do intérprete se refletiu e ficou gravada nos olhos do quadro de Nossa Senhora. Cientistas americanos chegaram à conclusão de que estas três figuras estampadas nos olhos de Nossa Senhora não são pintura, mas imagens gravadas nos olhos de uma pessoa viva.
Declarou o Papa Bento XIV, em 1754: “Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros… uma Imagem estampada numa tela tão rala que através dela pode se enxergar o povo e a nave da Igreja… Deus não agiu assim com nenhuma outra nação”.
Coroada em 1875 durante o Pontificado de Leão XIII, Nossa Senhora de Guadalupe foi declarada “Padroeira de toda a América” pelo Papa Pio XII no dia 12 de outubro de 1945.
No dia 27 de janeiro de 1979, durante sua viagem apostólica ao México, o Papa João Paulo II visitou o Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e consagrou a Mãe Santíssima toda a América Latina, da qual a Virgem de Guadalupe é Padroeira.
Nossa Senhora de Guadalupe, rogai por nós!

Festa de Nossa Senhora de Guadalupe

Deus manifestou sua predileção pelas Américas ao realizar, assim que o Evangelho começou a ser pregado no Novo Mundo, UM MILAGRE QUE CONFUNDE até hoje as mentes mais céticas: a impressão na tilma de um pobre indígena da imagem de NOSSA SENHORA DE GUADALUPE, que com o seu manto estrelado abraça todo o nosso continente e nos recorda nossa grande missão de manter acesa a luz da fé católica e apostólica.

Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quarta-feira, dia 12 de dezembro, e recorramos juntos à proteção da Virgem de Guadalupe, Padroeira das Américas: https://padrepauloricardo.org/episodios/festa-de-nossa-senhora-de-guadalupe-mmxviii.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Segredo de Fátima - Frei Jorge da Paz


A visão do inferno, Fátima e os pecados da carne

Depois de mostrar o inferno aos três pastorinhos, Nossa Senhora de Fátima disse que “vão mais almas para o inferno por causa dos pecados da carne do que por qualquer outra razão”.


Pete Baklinksi,  LifeSiteNews.comTradução:  Equipe Christo Nihil Praeponere


Cem anos atrás, três crianças pastoras em Portugal tiveram uma visão do inferno que as horrorizou tanto a ponto de pensarem que fossem morrer. Viram elas "um grande mar de fogo" onde iam mergulhados "os demônios e as almas" que, em vida, se tinham oposto a Deus e aos seus caminhos. Eles eram "como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas", "que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que delas mesmas saíam", "caindo para todos os lados", "entre gritos e gemidos de dor e desespero".
Foi Nossa Senhora de Fátima quem mostrou às crianças a visão aterrorizante do inferno, lugar "para onde vão as almas dos pobres pecadores". Disse-lhes ainda a Virgem que "vão mais almas para o inferno por causa dos pecados da carne do que por qualquer outra razão".
Os cristãos sempre entenderam os pecados da carne como aquelas ações que constituem um mau uso ou um abuso da sexualidade enquanto dom de Deus. As relações sexuais foram criadas por Ele para serem entre um homem e uma mulher, unidos um ao outro no fiel, exclusivo, permanente e fecundo relacionamento do Matrimônio. Pecados contra o dom da sexualidade incluem a contracepção, o adultério, a fornicação, a prostituição, a pornografia, a imodéstia no vestir, a masturbação e a homossexualidade. Alguns pecados da carne às vezes podem dar origem a outros pecados sérios, como o aborto, e levar também à infidelidade, ao fracasso matrimonial e ao divórcio.
O pior de tudo, entretanto, é que os pecados da carne destroem o nosso relacionamento com Deus, já que o pecador, quando opta por eles, rejeita o plano divino para a sexualidade e dá as costas, em última instância, ao próprio Deus.
E por que se condenam ao inferno mais almas pelos pecados sexuais que por qualquer outro pecado? Talvez pela facilidade que há em se cair neles, especialmente na cultura de hoje, em que o sexo é glorificado como a principal fonte da felicidade humana.
"Vão mais almas para o inferno por causa dos pecados da carne do que por qualquer outra razão."
Como pai de sete crianças, que se preocupa com a salvação dos próprios filhos, assusta-me observar as mentiras sexuais com que a cultura de hoje tem tentado envenenar meus filhos. Desde a mais tenra idade, centros educacionais querem expô-los aos pecados da carne em cursos de educação sexual, ensinando-lhes como aumentar o prazer sexual consigo mesmo (masturbação) ou com outros (fornicação, homossexualidade), e removendo, ao mesmo tempo, o propósito reprodutivo da atividade sexual (contracepção e aborto). A indústria do entretenimento quer iniciá-los nos pecados da carne, especialmente os mais velhos, bombardeando-os com conteúdo sexual explícito (pornografia, roupas imodestas) — além de manter os adultos viciados nos pecados da carne, oferecendo-lhes mais do mesmo. Os governos ao redor do mundo têm se servido até mesmo de sua autoridade política para resguardarem na lei certos pecados da carne, fazendo com que seja ilegal falar contra eles e alertar as pessoas sobre os seus perigos (homossexualidade).
Como repórter atuante nas linhas de frente do movimento pró-vida, e que enxerga tudo o que está acontecendo, todos os dias, na batalha pela vida e pela família, eu às vezes tenho que me perguntar com quem e por quem realmente estou a lutar. É muito fácil cair na armadilha de pensar que minha luta é contra provedores de aborto, contra o lobby homossexual ou contra governos corruptos, os quais, ainda que sejam capazes e responsáveis por fazer muito mal, não constituem o inimigo verdadeiro. Eles são apenas pessoas, como todos nós, incluindo eu, que preciso ser salvo do inferno.
"O confronto final entre o Senhor e o reino de Satanás será sobre a família e sobre o matrimônio."
Apraz-me particularmente quando São Paulo escreve que "a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra os principados, as potestades, os dominadores deste mundo tenebroso, os espíritos malignos espalhados pelo espaço" (Ef 6, 12). É o diabo e a sua legião de anjos caídos que encaminham homens e mulheres, pelos pecados da carne, para o fogo do inferno.
A irmã Lúcia dos Santos, uma das videntes de Fátima, que viveu muito mais que os outros dois pastorinhos, escreveu certa vez uma carta ao Cardeal Carlo Caffarra e nela falou sobre a batalha final entre Deus e Satanás. "O confronto final entre o Senhor e o reino de Satanás será sobre a família e sobre o matrimônio", ela escreveu. "Não tenha medo, porque qualquer um que trabalhar pela santidade do matrimônio e da família será sempre combatido e contrariado de todos os modos, porque este é o ponto decisivo. No entanto, Nossa Senhora já lhe esmagou a sua cabeça."
Aqueles que lutam pela vida, pelo Matrimônio e pela família devem lembrar, por ocasião do centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima, que a derradeira batalha consiste em salvar as almas do inferno. Isso significa salvar tanto os escravos dos pecados sexuais quanto os que lucram com eles, o aborteiro, o produtor pornográfico, o dono do bordel.
Nossa Senhora de Fátima convidou as crianças a ajudarem as almas por meio da oração e do sacrifício. A vidente mais nova, Jacinta Marto, ficou tão comovida com a visão do inferno, e com o fato de que ela podia fazer alguma coisa para impedir as pessoas de irem para lá, que começou a fazer sacrifícios pela salvação das almas. Ela não bebia água para que pudesse oferecer a sua sede. Ela doava o seu lanche da tarde para que pudesse oferecer a sua fome. Ela usava uma corda áspera, amarrada na cintura e roçando contra a sua pele, para que pudesse oferecer o seu desconforto.
A mensagem de Nossa Senhora sobre a realidade do inferno, assim como o exemplo que nos oferecem essas crianças, mostrando o que podemos fazer para impedir as pessoas de irem para lá, é algo que toda pessoa lutando pela vida e pela família precisa levar a sério. A oração ensinada às crianças deve estar constantemente em nossos lábios: "Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu, e socorrei principalmente as que mais precisarem."

Sementes de Fé - 11/12/2018


O Homem
O homem ocupa um lugar único na criação: ele é a imagem de Deus.

"Deus não exige nada do homem, sem oferecer-lhe ao mesmo tempo, a força para isso."
Santa Teresa Benedita da Cruz


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Quem é a ovelha perdida?

JESUS É O BOM PASTOR que deixa as noventa e nove ovelhas, isto é, os anjos bons já confirmados em graça, e sai diligentemente à procura da ovelha perdida, quer dizer, de todo o gênero humano, desgarrado pelo pecado e presa fácil do demônio, esse leão que ruge em derredor, buscando a quem devorar.

Cristo, Deus encarnado, VEIO À NOSSA PROCURA, encontrou-nos depois de muito trabalho e pôs-nos sobre os seus ombros por sua Paixão e Morte a fim de nos introduzir no aprisco seguro da Igreja, para nela sermos alimentados com o pasto celeste. Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta terça-feira, dia 11 de dezembro, e medite conosco mais uma passagem do Santo Evangelho: https://padrepauloricardo.org/episodios/quem-e-a-ovelha-perdida



segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

É a graça que nos leva a Jesus

Jesus, encontrando-se hoje em casa de Simão, em Cafarnaum, devolve a saúde a um paralítico descido do telhado por quatro amigos. E, mais do que isso, PERDOA-LHE OS SEUS PECADOS e dá-lhe a oportunidade de começar uma vida nova.

Nesta cena, vemos que, se Deus não nos procura antes, não podemos encontrá-lo, assim como o paralítico que, sem ajuda dos amigos, JAMAIS TERIA CHEGADO SOZINHO à presença de Cristo, o único no qual encontramos a remissão dos pecados.

Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta segunda-feira, dia 10 de dezembro, e medite conosco mais uma página do Santo Evangelho: http://bit.ly/2Qh2m0q.



O Santo Rosário

O Santo Rosário é uma arma de defesa e salvação


O pecado tem se espalhado pelo mundo. Se olharmos pelos olhos da fé, veremos que o mundo está numa situação calamitosa. No entanto, em meio a essa situação, o grande remédio dado por Deus para os males do mundo contemporâneo é o Santo Rosário. A Virgem Maria tem aparecido em várias partes do mundo, sempre convidando os homens ao terço e ao Santo Rosário.

Padre Duarte Lara. Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com
Santo Rosário, a arma eficaz
Por que Deus quis conceder ao rosário uma eficácia especial? Porque é a vontade d’Ele. Durante os processos de exorcismos, o demônio sempre demonstra desconforto e descontentamento com o terço. Enquanto eu mesmo rezo em voz alta, aqueles que me auxiliam rezam o terço em silêncio, e isso desagrada o demônio.
Numa das aparições de Nossa Senhora, ela disse que, quando rezamos a Ave-Maria, é como se elevássemos uma rosa aos céu; daí o nome rosário. Entretanto, ela também nos alertou que a Ave-Maria deve ser rezada com calma e leveza, pois, do contrário, perdem-se as belas pétalas.

Rosário, uma oração cristocêntrica

Quando amamos alguém, não nos cansamos de declarar esse amor, pois, quando isso se torna exaustivo, é sinal de que o amor está arrefecendo. A Ave-Maria, uma declaração de amor e gratidão, não é considerada por muitos uma oração litúrgica, mas profundamente bíblica, que nos ajuda a viver a devoção cristã. No centro da Ave-Maria está no nome de Jesus. Os mistérios do Santo Rosário são os mistérios da vida d’Ele, pois, quando olhamos para Maria, ela nos mostra Seu Filho.
Durante a história da Igreja, vemos inúmeros períodos nos quais o Santo Rosário foi o remédio para a manutenção da genuína fé. Por exemplo, na vida de São Domingos Gusmão, que dedicou-se a combater as heresias e conclamar seus irmãos franceses ao arrependimento. Entretanto, ele sentiu-se fracassado, mas, mediante uma experiência com o Santo Rosário, renovou suas forças e levou muitos ao arrependimento.
Num outro momento, o Santo Papa Pio V conclamou os católicos a defenderem os cristãos contra a invasão do Império Otomano. Entretanto, não confiou no número dos exércitos cristãos, porque eram poucos diante dos inimigos, mas conclamou aos católicos a oração do rosário.
São Luís Maria Grignion de Montfort, santo bastante conhecido no Brasil, era grande defensor do rosário como arma na busca da santidade, na libertação dos afligidos por demônios e da salvação. Uma de suas críticas mais duras era contra aqueles que não tinham cuidado, negligenciando palavras e não tendo a consciência que se está falando com Deus.
Em Fátima, Portugal, Nossa Senhora insistiu veementemente na devoção do Rosário. Ela ensinou que, na busca da salvação, para a solução dos conflitos e para a libertação dos aflitos, é preciso a prática diária do rosário. Irmã Lúcia, a pastorinha de Fátima, dizia: “Não há nnhum problema espiritual ou temporal que não possa ser resolvido com o terço!”.

Padre Pio, um exemplo de devoção ao rosário

Santo Padre Pio é, em minha opinião, o campeão mundial do rosário! Em seus diários, vê-se que ele buscava rezar o rosário cinco vezes ao dia. Tamanha devoção causava admiração até mesmo em seus irmãos franciscanos; ele mesmo chamava o terço de “a arma de defesa e de salvação, doada para lutar contra as astutas ciladas do inimigo infernal”.
Hoje, eu o convoco: não largue essa arma! Padre Pio, ao pregar, aconselhava as pessoas a amarem nossa senhora e rezarem o rosário, pois essa é a arma contra os males do mundo.
São João Paulo II disse poucos dias depois de ser eleito Papa: “O terço é minha oração preferida, uma oração maravilhosa, em sua simplicidade e profundidade”. Podemos chamá-lo de “o Papa do terço”.
Para finalizar, gostaria de citar uma colocação do Santo Papa: “O Rosário pode ser recitado integralmente todos os dias, não faltando quem louvavelmente o faça!”. Nessas últimas aparições de Nossa Senhora, ela tem pedido que rezemos os três terços, pois a batalha espiritual tem se tornado mais acirrada e violenta! Muitos sãos os afazeres do dia a dia, mas se buscarmos de Deus essa graça, Ele nos ajudará a nos tornarmos constantes na oração do rosário.
Seja louvado nosso Senhor Jesus Cristo!
Transcrição e Adaptação: Jonatas Passos

O que fazer quando tudo dá errado na sua vida? - Pe. Chrystian Shankar




Projeto Luz e Vida

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domingo, 9 de dezembro de 2018

Sementes de Fé - 09/12/2018


"Esta é a voz daquele que grita no deserto: preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas."(Lucas 3, 1-6)
"Converter-se significa mudar de direção no caminho da vida: não com um pequeno ajsutamento, mas com uma verdadeira inversão de marcha."
Papa Emérito Bento XVI

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 8 de dezembro de 2018

Sementes de Fé - 08/12/2018 - Santa Missa a primeira leitura


Desconhecer a Sagrada Escritura ė ignorar o próprio Cristo.
São Jerônimo

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Libertação: Precisamos nos confessar! Uma revisão de vida!

A Confissão se torna caminho obrigatório por onde devemos caminhar quando o assunto é a nossa Cura e nossa Libertação…

O Exorcismo só retira o demônio do corpo, a confissão retira o Mal de nosso espírito.” (Padre José Fortea)
Libertação: Precisamos nos confessar! Uma revisão de vida!
Do Blog Livres de Todo Mal - Canção Nova

Já escrevi em um outro artigo que nomeei como: “O Exorcismo, a Oração e o Mal” um texto um pouco mais completo sobre a importância da Confissão em nosso caminho de Cura e Libertação.
Sempre gosto de me lembrar dessa frase de Padre José Fortea, pois nela contém uma sabedoria e verdade que são libertadoras, novamente destaco:
O Exorcismo só retira o demônio do corpo, a confissão retira o Mal de nosso espírito.” (Padre José Fortea)
A Confissão tem o poder de romper todo e qualquer laço com o Demônio, uma vez que realmente arrependidos buscamos o sacramento.
Por isso coloco abaixo um bom método para uma revisão de vida, que podemos fazer antes de nos confessarmos.
O próprio Catecismo da Igreja Católica chama a Confissão de Sacramento de Cura, e é dessa forma que devemos vive – lo:
CIC 1421: “O Senhor Jesus Cristo, médico de nossas almas e de nossos corpos, que remiu os pecados do paralítico e restituiu-lhe a saúde do corpo, quis que sua Igreja continuasse, na força do Espírito Santo, sua obra de cura e de salvação, também junto de seus próprios membros. É esta a finalidade dos dois sacramentos de cura: o sacramento da Penitência e o sacramento da Unção dos Enfermos.
Assim, um pouco mais conscientes da realidade do Sacramento da Confissão, vamos ao nosso Exame de consciência.
Você pode anotar os seus pecados num papel, e no momento da sua confissão expor os mesmos ao Sacerdote.
Para fazer uma boa confissão, ocorre:
1. Fazer bem o exame de consciência.
2. Estar sinceramente arrependido dos pecados cometidos que tanto ofenderam a Deus.
3. Ter o firme propósito de não mais pecar.
4. Confessar os próprios pecados junto do confessor dizendo-os com toda a sinceridade, clareza e brevidade.
5. Reparar o mal que se fez cumprindo a penitência o que o confessor indicar.
Uma confissão não tem valor se:
1. Se omite voluntariamente algum pecado grave e o número de vezes que se cometeu.
2. Se não se estiver arrependido do pecado cometido.
3. Se não existir o propósito de emenda de vida.
4. Se não se quiser cumprir a penitência imposta.
Exame de Consciência – Oração Inicial
Querido Espírito Santo, vinde sobre mim e iluminai-me com
a Vossa luz para poder reconhecer os meus pecados que são
a causa da morte na cruz de Jesus Cristo a quem tanto amo.
Ajudai-me também a arrepender-me sinceramente e dai-me
força para não os cometer nunca mais. Ámen.
Exame inicial
Há quanto tempo não me confesso? Escondi, conscientemente, algum pecado grave em alguma confissão precedente? Confessei, o melhor que me lembro, o número de vezes que cometi cada pecado grave? Confessei com clareza os pecados que cometi ou fui demasiado genérico? Fiz a penitência que me foi imposta? Reparei os danos que causei ao próximo? Comunguei em pecado mortal? Respeitei o jejum eucarístico de uma hora antes da comunhão? Estou verdadeiramente arrependido dos meus pecados e luto para não pecar mais?
1º Mandamento: Adorar a Deus e amá-Lo sobre todas as coisas.
Duvidei voluntariamente da existência de Deus Pai, Filho e Espírito Santo? Acreditei apenas num ser supremo? Revoltei-me contra Deus nos meus sofrimentos? Desespero? Duvido da bondade e do poder de Deus? Tive ódio de Deus? Esperei a vida eterna sem abandonar o pecado? Esperei a vida eterna confiando apenas no meu esforço? Cometi pecados no intuito de confessá-los mais tarde? Tenho posto em dúvida ou negado, deliberadamente, alguma verdade revelada por Deus e ensinada pela Igreja? Tenho rezado diariamente com atenção e devoção? Rezo e frequento os sacramentos de má vontade? Leio e medito na Palavra de Deus? Procuro esclarecer e formar-me na fé com a ajuda do Catecismo da Igreja Católica? Defendi que nos podemos confessar diretamente a Deus, ou que o “casamento” civil entre batizados é aceitável em algumas situações, ou ainda que todas as religiões são iguais? Li algum livro, revista, jornal, ouvi alguma música, vi algum programa ou espectáculo contra Deus, contra a Igreja ou os bons costumes? Recebi indignamente algum sacramento? Faltei ao respeito com as coisas santas, por exemplo, conversando ou brincando dentro da igreja, vindo indecentemente vestido para a igreja, ou omitindo a genuflexão sempre que passo diante de Jesus Sacramentado? Coloquei a minha vontade, as minhas ideias, o dinheiro, o trabalho, os divertimentos, o prazer, a fama, o poder ou alguma coisa criada em primeiro lugar na minha vida? Adorei Satanás? Invoquei Satanás? Usei coisas, li textos, ou ouvi músicas que invocam explicitamente o demónio? Sou supersticioso? Pratiquei a magia, o espiritismo, fui à bruxa, a médiuns, ou a curandeiros? Pratiquei a adivinhação através da astrologia, do jogo do copo, do pêndulo, das cartas do tarôt, da leitura da palma da mão ou coisas semelhantes? Acreditei em horóscopos? Usei amuletos como a ferradura, o corno, os cristais ou coisas semelhantes? Acreditei nas “energias”, na Nova Era, na reencarnação, no Reiki, ou em coisas semelhantes?
2º Mandamento: Não invocar o santo nome de Deus em vão.
Blasfemei ou falei sem respeito contra Deus, contra os Santos ou contra as coisas santas? Falei mal da Igreja, do Papa, dos Bispos ou dos Padres? Pronunciei levianamente ou sem respeito o nome de Deus, por exemplo, em anedotas ou piadas? Jurei sabendo que era falso o que prometia? Jurei fazer alguma coisa injusta ou ilícita? Roguei pragas? Deixei de cumprir algum voto ou promessa que tenha feito a Deus ou a algum santo?
3º Mandamento: Santificar os domingos e festas de guarda.
Faltei à Missa ao domingo ou em algum dia santo? Cheguei tarde à Missa por culpa própria? Trabalhei ou mandei trabalhar nesses dias sem grave necessidade? Dediquei nesses dias mais tempo a Deus, à família, aos pobres, aos doentes e ao descanso?
4º Mandamento: Honrar pai e mãe e os outros legítimos superiores.
Obedeci aos meus pais? Manifestei-lhes o devido amor e respeito? Ajudo-os espiritual e materialmente? Entristeço-os? Abandonei-os na velhice, ou na doença? Tenho rezado por eles? Zanguei-me com os meus irmãos? Maltratei-os? Tenho transmitido a fé aos meus filhos? Atrasei o seu batismo, ou a sua primeira comunhão? Tenho-me empenhado na sua educação? Defendo-os do pecado? Dei-lhes maus exemplos? Corrigi com firmeza e paciência os seus defeitos? Fui amável com os estranhos e, ao contrário, pouco amável na vida de família? Discuti com o meu marido (a minha mulher)? Evitei repreendê-lo(a) ou discutir diante dos filhos? Tenho-lhe faltado ao respeito? Deixei de ajudar, dentro das minhas possibilidades, os meus familiares nas suas necessidades espirituais ou materiais? Obedeço à Igreja, ou discuti os seus mandamentos? Guardei a abstinência de carne nas sextas-feiras? Jejuei quarta-feira de cinzas e sexta-feira santa? Confessei-me pelo menos uma vez por ano? Comunguei pelo menos uma vez por ano pela Páscoa? Tenho contribuído para as necessidades da Igreja segundo as minhas possibilidades? Obedeci ao Papa e ao meu Bispo? Obedeci às justas determinações das autoridades civis?
5º Mandamento: Não matar nem causar outro dano no corpo ou na alma a si mesmo ou ao próximo.
Causei prejuízos ao próximo com palavras ou com obras? Desejei-lhe mal? Agredi alguém? Sou violento? Alimentei pensamentos de vingança? Manifestei ódio ou rancor a alguém? Perdoei de todo o coração as ofensas que recebi? Deixei de falar ou nego a saudação a alguém? Cheguei a ferir ou a tirar a vida ao próximo? Colaborei, de algum modo, em atos que ocasionassem a morte de um inocente? Pratiquei, aconselhei ou facilitei o crime gravíssimo do aborto? Defendi o aborto em certos casos? Fui gravemente imprudente na condução de veículos motorizados pondo em risco a minha vida e a dos outros? Deixei-me vencer pela ira? Cometi algum atentado contra a minha vida? Embriaguei-me ou, levado pela gula, comi mais do que devia? Tomei drogas? Preocupei-me eficazmente pelo bem do próximo, advertindo-o de algum grave perigo material ou espiritual, em que se encontrava ou corrigindo-o como exige a caridade cristã? Escandalizei o próximo, incitando-o a pecar, com as minhas conversas, o meu modo de vestir, convidando-o para assistir a algum espectáculo mau ou emprestando-lhe algum livro ou revista maus? Procurei reparar o mal causado pelo escândalo?
6º e 9º Mandamentos: Guardar castidade nas palavras e nas obras. Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos.
Consenti em pensamentos ou desejos contra a castidade? Fixei o olhar, falei ou li coisas sensuais ou obscenas? Vi pornografia? Procurei o prazer sexual por si mesmo, fora do ato conjugal? Tive liberdades no namoro? Respeitei o corpo da minha namorada (do meu namorado)? Pequei contra a castidade por atos? Sozinho (masturbação) ou acompanhado (adultério, fornicação, com pessoas do mesmo sexo)? Havia alguma circunstância – de parentesco, matrimônio, consagração a Deus, ou menoridade – que tornassem mais grave aquela ação? Vivo maritalmente com alguém com a qual não estou casado pela Igreja? Assisti a espetáculos ou conversas que me colocaram numa situação próxima do pecado? Tenho em conta que expor-me a essa ocasião já é um pecado? Antes de assistir a um espectáculo ou de ler um livro ou uma revista, procuro informar-me sobre a sua classificação moral para evitar a ocasião de pecado ou o perigo de deformação da consciência que pode ocasionar-me? Usei do matrimônio indevidamente procurando o prazer sexual fora do ato conjugal? Neguei ao meu cônjuge os seus direitos? Tive intenção de tornar o ato conjugal voluntariamente infecundo? Pratiquei a contracepção, tomando a pílula, usando o preservativo, ou o dispositivo intra-uterino, laqueando as trompas, interrompendo o acto conjugal para evitar os filhos? Aconselhei ou defendi a contracepção? Faltei à fidelidade conjugal por pensamentos e ações? Mantenho amizades que são ocasião habitual deste pecado de infidelidade? Estou disposto(a) a abandoná-las? Visto-me com decência ou sou sensual pondo em evidência aquelas partes do meu corpo que mais chamam a atenção do sexo oposto?
7º e 10º Mandamentos: Não furtar nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo.
Não cobiçar as coisas alheias. Roubei algum objeto ou alguma quantia em dinheiro? Reparei os danos causados? Tive inveja? Cobicei as coisas alheias? Paguei aos outros os salários devidos pelo seu trabalho? Paguei os impostos? Trabalhei com empenho as horas que devia? Desperdicei tempo no trabalho? Abusei da confiança dos superiores? Prejudiquei o Estado abusando do fundo de desemprego ou da baixa médica? Devolvi ao dono as coisas emprestadas ou achadas? Aproveitei-me injustamente da desgraça alheia cobrando juros excessivos? Prejudiquei, de algum modo, o próximo nos seus bens? Enganei o próximo cobrando mais do que o valor justo combinado, ou alterando a quantidade ou qualidade dos bens e serviços? Reparei o prejuízo causado? Tolerei abusos ou injustiças que tinha obrigação de impedir? Fiz acepção de pessoas ou manifestei favoritismos? Gastei mais do que permitem as minhas possibilidades? Desperdicei dinheiro no jogo ou noutras futilidades? Tratei mal dos meus bens? Aceitei, com sentido cristão, a carência de coisas necessárias?
8º Mandamento: Não levantar falsos testemunhos nem de qualquer outro modo faltar à verdade ou difamar o próximo.
Disse mentiras? Reparei os prejuízos causados? Minto habitualmente com a desculpa de que se tratar de coisas de pouca importância? Fiz juízos falsos ou temerários? Copiei nos exames? Revelei, sem motivo justo, defeitos graves alheios que, embora reais, não são conhecidos? Reparei de algum modo os prejuízos causados, por exemplo, falando dos aspetos positivos dessa pessoa? Caluniei, atribuindo ao próximo defeitos que não eram verdadeiros? Já reparei os males causados ou estou disposto a fazê-lo? Disse mal dos outros baseando-me apenas nos boatos? Colaborei na calúnia, na difamação ou na murmuração? Semeei discórdias e inimizades com as minhas palavras? Exagerei os defeitos do próximo? Gostei de ouvir falar mal do próximo? Estou sempre a criticar?
Ato de contrição:
Meu Deus, porque sois infinitamente bom, eu Vos amo de todo o meu coração, pesa-me de Vos ter ofendido, e, com o auxílio da vossa divina graça, proponho firmemente emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender; peço e espero o perdão das minhas culpas, pela vossa infinita misericórdia. Amém.
Deus o abençoe!

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