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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Sementes de Fé - 31/10/2018

Documentos da Igreja

Quero dar-te a fórmula da santidade.
Primeiro: alegria;
Segundo: deveres de estudo e oração;
Terceiro: fazer o bem aos outros.
Dom Bosco


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Comunicado Saber Católico

Seja bem-vindo à sua fonte totalmente gratuita de informação e conhecimento sobre a nossa Igreja Católica Apostólica Romana.

Prezados Seguidores,

Somos um blog que completa este mês de outubro dez anos de existência, e que foi criado exclusivamente com o objetivo de disponibilizar conteúdo fidedigno sobre o catecismo, os dogmas, e a nossa fé católica.
Para alcançar este objetivo, nunca monetizamos as postagens colocando banners publicitários ou vendendo artigos religiosos. Não somos loja que vende artigos de devoção, mas que disponibiliza de forma gratuita um pouco de “saber católico”, assim como o Senhor também nos deu seu filho único, sem pedir nada em troca.
Recentemente, nos surpreendemos com uma nova página em várias redes sociais que utiliza nosso nome “Saber Católico”, posta alguns conteúdos de fé, mas ao contrário de nós, virou loja virtual.
Pedimos seu apoio neste momento, divulgando nosso blog, nosso Facebook, nosso Instagram, nosso Twitter.
Ajude seus amigos a diferenciar nossas páginas das que copiam nosso nome e nossa “marca”. Nos divulgue e colabore para que outras pessoas tenham a valiosa oportunidade de encontrar a fé de maneira gratuita, por meio do nosso trabalho.
Deus abençoe a todos.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Sementes de Fé - 30/10/2018 - A Liberdade da Fé


A Liberdade da fé



"Se não podes entender, crê para que entendas. A fé precede, o intelecto segue."
Santo Agostinho


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 28 de outubro de 2018

São Simão e São Judas Tadeu, colunas da verdade do Reino

São Simão e São Judas Tadeu, colunas e fundamento da verdade do Reino

São Simão: Simão tinha o cognome de Cananeu, palavra hebraica que significa “zeloso”. Nicéforo Calisto diz que Simão pregou na África e na Grã-Bretanha. São Fortunato, Bispo de Poitiers no fim do século VI, indica estarem Simão e Judas enterrados na Pérsia. Isto vem das histórias apócrifas dos apóstolos; segundo elas, foram martirizados em Suanir, na Pérsia, a mando de sacerdotes pagãos que instigaram as autoridades locais e o povo, tendo sido ambos decapitados. É o que rege o martirológio jeronimita.
Outros dizem que Simão foi sepultado perto do Mar Negro; na Caucásia foi elevada em sua honra uma igreja entre o VI e o VIII séculos. Beda, pelo ano de 735, colocou os dois santos no martirológio a 28 de outubro; assim ainda hoje os celebramos. Na antiga basílica de São Pedro do Vaticano havia uma capela dos dois santos, Simão e Judas, e nela se conservava o Santíssimo Sacramento.
São Judas Tadeu: Judas, um dos doze, era chamado também Tadeu ou Lebeu, que São Jerônimo interpreta como homem de senso prudente. Judas Tadeu foi quem, na Última Ceia, perguntou ao Senhor: “Senhor, como é possível que tenhas de te manifestar a nós e não ao mundo?” (Jo 14,22).
Temos uma epístola de Judas “irmão de Tiago”, que foi classificada como uma das epístolas católicas. Parece ter em vista convertidos, e combate seitas corrompidas na doutrina e nos costumes. Começa com estas palavras: “Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, aos chamados e amados por Deus Pai, e conservados para Jesus Cristo: misericórdia, paz e amor vos sejam concedidos abundantemente”. Orígenes achava esta epístola “cheia de força e de graça do céu”.
Segundo São Jerônimo, Judas terá pregado em Osroene (região de Edessa), sendo rei Abgar. Terá evangelizado a Mesopotâmia, segundo Nicéforo Calisto. São Paulino de Nola tinha-o como apóstolo da Líbia. Conta-se que Nosso Senhor, em revelações particulares, teria declarado que atenderá os pedidos daqueles que, nas suas maiores aflições, recorrerem a São Judas Tadeu. Santa Brígida refere que Jesus lhe disse que recorresse a este apóstolo, pois ele lhe valeria nas suas necessidades. Tantos e tão extraordinários são os favores que São Judas Tadeu concede aos seus devotos, que se tornou conhecido em todo o mundo com o título de Patrono dos aflitos e Padroeiro das causas desesperadas.
São Judas é representado segurando um machado, uma clava, uma espada ou uma alabarda, por sua morte ter ocorrido por uma dessas armas.
São Simão e São Judas Tadeu, rogai por nós!
Fonte: https://santo.cancaonova.com/

sábado, 27 de outubro de 2018

Sementes de Fé - 27/10/2018 - Santa Missa - O Glória

A Santa Missa -  O Glória

"Precisamente do encontro entre a miséria humana e a misericórdia divina adquire vida a gratidão expressa na Gloria"
Papa Francisco


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Sementes de Fé - 26/10/2018

Palavras do Papa Francisco
"Que a fraternidade e a comunhão possam tornar-se nosso estilo de vida e alma de nossas relações."
Papa Francisco

"Se Deus está em nós, e se Deus é amor, é inevitável que nós sejamos irmãos: por isso o nosso amor pelo próximo está na medida do nosso amor por Deus."
 Santa Teresa Benedita da Cruz


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Santo Antônio de Sant'Anna Galvão, homem de paz e caridade

Frei Galvão era cheio do espírito da caridade, não media sacrifícios para aliviar os sofrimentos alheios

Conhecido como “o homem da paz e da caridade”, Antônio de Sant’Anna Galvão, popularmente conhecido como Frei Galvão nasceu no dia 10 de maio de 1739, na cidade de Guaratinguetá (SP).
Filho de Antônio Galvão, português natural da cidade de Faro em Portugal, e de Isabel Leite de Barros, natural da cidade de Pindamonhangaba, em São Paulo. O ambiente familiar era profundamente religioso. Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prestígio social e influência política.
O pai, querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas possibilidades econômicas, mandou Antônio, com a idade de 13 anos, à Bahia, a fim de estudar no seminário dos padres jesuítas.
Em 1760, ingressou no noviciado da Província Franciscana da Imaculada Conceição, no Convento de São Boaventura do Macacu, na Capitania do Rio de Janeiro. Foi ordenado sacerdote no dia 11 de julho de 1762, sendo transferido para o Convento de São Francisco em São Paulo.
Em 1774, fundou o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência, hoje Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz, das Irmãs Concepcionistas da Imaculada Conceição.
Cheio do espírito da caridade, não media sacrifícios para aliviar os sofrimentos alheios. Por isso o povo a ele recorria em suas necessidades. A caridade de Frei Galvão brilhou, sobretudo, como fundador do mosteiro da Luz, pelo carinho com que formou as religiosas e pelo que deixou nos estatutos do então recolhimento da Luz. São páginas que tratam da espiritualidade, mas em particular da caridade de como devem ser vivida a vida religiosa e tratadas as pessoas de dentro e de fora do “recolhimento”.
Às 10 horas do dia 23 de dezembro de 1822, no Mosteiro da Luz de São Paulo, havendo recebido todos os sacramentos, adormeceu santamente no Senhor, contando com seus quase 84 anos de idade. Foi sepultado na Capela-Mor da Igreja do Mosteiro da Luz, e sua sepultura ainda hoje continua sendo visitada pelos fiéis.
Sobre a lápide do sepulcro de Frei Galvão está escrito para eterna memória: “Aqui jaz Frei Antônio de Sant’Anna Galvão, ínclito fundador e reitor desta casa religiosa, que tendo sua alma sempre em suas mãos, placidamente faleceu no Senhor no dia 23 de dezembro do ano de 1822”. Sob o olhar de sua Rainha, a Virgem Imaculada, sob a luz que ilumina o tabernáculo, repousa o corpo do escravo de Maria e do Sacerdote de Cristo, a continuar, ainda depois da morte, a residir na casa de sua Senhora ao lado de seu Senhor Sacramentado.
Frei Galvão é o religioso cujo coração é de Deus, mas as mãos e os pés são dos irmãos. Toda a sua pessoa era caridade, delicadeza e bondade: testemunhou a doçura de Deus entre os homens. Era o homem da paz, e como encontramos no Registro dos Religiosos Brasileiros: “O seu nome é em São Paulo, mais que em qualquer outro lugar, ouvido com grande confiança e não uma só vez, de lugares remotos, muitas pessoas o vinham procurar nas suas necessidades”.
O dia 25 de outubro, dia oficial do santo, foi estabelecido, na Liturgia, pelo saudoso Papa João Paulo II, na ocasião da beatificação de Frei Galvão em 1998 em Roma. Com a canonização do primeiro santo que nasceu, viveu e morreu no Brasil, a 11 de maio de 2007, o Papa Bento XVI manteve a data de 25 de outubro.
Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, rogai por nós!

Sementes de Fé - 23/10/2018 - A fé cristã

"Bata uma graça dessas para transformar uma alma por inteiro"
Santa Teresa d'Avila

"Basta uma graça dessas para transformar uma alma por inteiro."
Santa Teresa D'Ávila

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Sementes de Fé - 25/10/2018 - A amizade

"A amizade é um dos elementos mais importantes para descobrir a presença de Deus, entre nós."
Santo Agostinho

"A amizade faz emergir o melhor de uma pessoa através do esquecimento de si mesmo."
Santo Tomás de Aquino

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Sementes de Fé - 24/10/2018 - Espiritualidade

Documentos da Igreja - Espiritualidade

"É preciso alimentar a vida espiritual, especialmente quando se deve dar muito aos outros."
Santa Teresa Benedita da Cruz


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 21 de outubro de 2018

Santa Úrsula

A Companhia de Santa Úrsula foi criada com o objetivo de dar formação cristã a meninas

Úrsula nasceu no ano 362, filha dos reis da Cornúbia, na Inglaterra. A fama de sua beleza se espalhou e ela passou a ser desejada por vários pretendentes (embora Úrsula tenha feito um voto secreto de consagração total a Deus). Seu pai acabou aceitando a proposta de casamento feita pelo duque Conanus, um general de exército pagão, seu aliado.

Úrsula fora educada nos princípios cristãos. Por isso ficou muito triste ao saber que seu pretendente era pagão. Quis recusar a proposta mas, conforme costume da época, deveria acatar a decisão de seu pai. Pediu, então, um período de três anos para se preparar. Ela esperava converter o general Conanus durante esse tempo, ou então, encontrar um meio de evitar o casamento. Mas não conseguiu nem uma coisa, nem outra.

Conforme o combinado, ela partiu para as núpcias, viajando de navio, acompanhada de onze jovens, virgens como ela, que iriam se casar com onze soldados do duque Conanus. Há lendas e tradições que falam em onze mil virgens, ao invés de onze apenas. Mas outros escritos da época e pesquisas arqueológicas revelaram que foram mesmo onze meninas.

Foram navegando pelo rio Reno e chegaram a Colônia, na Alemanha. A cidade havia sido tomada pelo exército de Átila, rei dos hunos. Eles mataram toda a comitiva, sobrando apenas Úrsula, cuja beleza deixou encantado ao próprio Átila. Ele tentou seduzi-la e lhe propôs casamento. Ela recusou, dizendo que já era esposa do mais poderoso de todos os reis da Terra, Jesus Cristo. Átila, enfurecido, degolou pessoalmente a jovem, no dia 21 de outubro de 383. Em Colônia, uma igreja guarda o túmulo de Santa Úrsula e suas companheiras.

Durante a Idade Média, a italiana Ângela de Mérici, fundou a Companhia de Santa Úrsula, com o objetivo de dar formação cristã a meninas. Seu projeto foi que essas futuras mamães seriam multiplicadoras do Evangelho, catequizando seus próprios filhos. Foi um avanço, tendo em vista que nesta época a preocupação com a educação era voltada apenas para os homens. Segundo a fundadora, o nome da ordem surgiu de uma visão que ela teve.

Atualmente as Irmãs Ursulinas, como são chamadas as filhas de Santa Ângela, estão presentes nos cinco continentes, mantendo acesas as memórias de Santa Ângela e Santa Úrsula.

Santa Úrsula, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

sábado, 20 de outubro de 2018

Sementes de Fé - 20/10/2018 - Santa Missa - O Glória

Liturgai da Santa Missa
O Gloria

"Quereis cantar louvores a Deus? Sede vós mesmos o canto que ides cantar. Vós sereis o seu maior louvor, se viverdes santamente."
Santo Agostinho

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Sementes de Fé - 19/10/2018 - Sacramento do Batismo

Sacramentos - O Batismo


"Todos devemos saber a data do nosso batismo. É um outro aniversario: o aniversário do renascimento."
Papa Francisco


"O Batismo nos une profundamente e para sempre com Jesus."
Papa Emérito Bento XVI



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil



quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Sementes de Fé - 18/10/2018 - Ter Fé

Ter Fé

"Ter fé é assinar uma folha em branco e deixar que Deus nela escreva o que quiser."
Santo Agostinho

"Uma ama que confia no seu Senhor e nele põe a sua esperança não pode temer nada."
São Padre Pio de Pietrelcina


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Sementes de Fé - 17/10/2018 - A Santidade


A Santidade

"Pelo fruto se conhece a árvore; do mesmo modo, os que professam ser de Cristo reconhecem-se pelas suas obras."

Santo Inácio de Antioquia


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


terça-feira, 16 de outubro de 2018

Sementes de Fé - 16/10/2018


Catecismo da Igreja Católica - Crer Somente em Deus

"A fé consiste em acreditarmos no que não vemos; e, como recompensa, vermos aquilo que cremos."

Santo Agostinho


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

[HOMILIA DIÁRIA] - Padre Paulo Ricardo - 16/10/2018

[HOMILIA DIÁRIA]

Festejando hoje a bem-aventurada Teresa de Jesus, Doutor da Igreja, alimentemo-nos com o pão da sua doutrina espiritual e nos inspiremos no exemplo de sua piedade.

Ouça a Homilia Diária desta segunda-feira, memória de Santa Teresa d’Ávila: http://bit.ly/2IYTea3.

Que Deus abençoe sempre! :)

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Santa Teresa de Ávila (Santa Teresa de Jesus)

Santa Teresa de Ávila, conseguiu recuperar o fervor de muitas carmelitas

Com grande alegria lembramos, hoje, da vida de santidade daquela que mereceu ser proclamada “Doutora da Igreja”: Santa Teresa de Ávila (também conhecida como Santa Teresa de Jesus). Teresa nasceu em Ávila, na Espanha, em 1515 e foi educada de modo sólido e cristão, tanto assim que, quando criança, se encantou tanto com a leitura da vida dos santos mártires a ponto de ter combinado fugir com o irmão para uma região onde muitos cristãos eram martirizados; mas nada disso aconteceu graças à vigilância dos pais.
Aos vinte anos, ingressou no Carmelo de Ávila, onde viveu um período no relaxamento, pois muito se apegou às criaturas, parentes e conversas destrutivas, assim como conta em seu livro biográfico.
Certo dia, foi tocada pelo olhar da imagem de um Cristo sofredor, assumiu a partir dessa experiência a sua conversão e voltou ao fervor da espiritualidade carmelita, a ponto de criar uma espiritualidade modelo.
Foi grande amiga do seu conselheiro espiritual São João da Cruz, também Doutor da Igreja, místico e reformador da parte masculina da Ordem Carmelita. Por meio de contatos místicos e com a orientação desse grande amigo, iniciou aos 40 anos de idade, com saúde abalada, a reforma do Carmelo feminino. Começou pela fundação do Carmelo de São José, fora dos muros de Ávila. Daí partiu para todas as direções da Espanha, criando novos Carmelos e reformando os antigos. Provocou com isso muitos ressentimentos por parte daqueles que não aceitavam a vida austera que propunha para o Carmelo reformado. Chegou a ter temporariamente revogada a licença para reformar outros conventos ou fundar novas casas.
Santa Teresa deixou-nos várias obras grandiosas e profundas, principalmente escritas para as suas filhas do Carmelo : “O Caminho da Perfeição”, “Pensamentos sobre o Amor de Deus”, “Castelo Interior”, “A Vida”. Morreu em Alba de Tormes na noite de 15 de outubro de 1582 aos 67 anos, e em 1622 foi proclamada santa. O seu segredo foi o amor. Conseguiu fundar mais de trinta e dois mosteiros, além de recuperar o fervor primitivo de muitas carmelitas, juntamente com São João da Cruz. Teve sofrimentos físicos e morais antes de morrer, até que em 1582 disse uma das últimas palavras: “Senhor, sou filha de vossa Igreja. Como filha da Igreja Católica quero morrer”.
No dia 27 de setembro de 1970 o Papa Paulo VI reconheceu-lhe o título de Doutora da Igreja. Sua festa litúrgica é no dia 15 de outubro. Santa Teresa de Ávila é considerada um dos maiores gênios que a humanidade já produziu. Mesmo ateus e livres-pensadores são obrigados a enaltecer sua viva e arguta inteligência, a força persuasiva de seus argumentos, seu estilo vivo e atraente e seu profundo bom senso. O grande Doutor da Igreja, Santo Afonso Maria de Ligório, a tinha em tão alta estima que a escolheu como patrona, e a ela consagrou-se como filho espiritual, enaltecendo-a em muitos de seus escritos.
Santa Teresa de Ávila, rogai por nós!

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Oração na Solenidade de Aparecida

Deus, nosso Pai, fazemos hoje memória da mariofania de Aparecida que concedestes ao povo brasileiro junto às águas do Paraíba.

Como naquele tempo, desejamos que a "Festa da aparição" torne-se uma preparação do Povo de Deus ao futuro que descortina-se sempre com suas incertezas, ameaças, lutas e perigos.

Que Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a "mulher do Apocalipse", venha a combater o "dragão", impulsionando-nos a colocar-nos contra as forças maléficas desagregadoras da sociedade e da igreja.

Que a contemplação de Maria, na pequena imagem negra, seja instrumento em vossas mãos para provocar em nós o desejo de retorno ao evangelho da salvação e impedir nosso tender ao pecado e à morte.

Aguardando a vinda do vosso Filho, a igreja conhecerá uma época final de luta entre as forças do bem e do mal, essa será, também, a época do Espírito Santo.

Vos suplicamos que o Santo Paráclito, que atuou em Maria, sustente os eleitos e eleitas, tornando-nos capazes de fazermos tudo o que o Filho nos disser para o bem de nossa Nação até a sua segunda vinda. Amém.

Pe. Abimar Moraes

Nossa Senhora da Conceição Aparecida - Padroeira do Brasil

 Lembramos e celebramos solenemente o dia da Protetora das famílias brasileiras

A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto (MG).
Convocados pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram.
Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede.
A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, o qual usando de amor à Virgem fez um oratório simples, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil.
Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).
No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora “Aparecida” das águas.
O Papa Pio X em 1904 deu ordem para coroar a imagem de modo solene. No dia 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor. Grande acontecimento, e até central para a nossa devoção à Virgem, foi quando em 1929 o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil, com estes objetivos: o bem espiritual do povo e o aumento cada vez maior de devotos à Imaculada Mãe de Deus.
Em 1967, completando-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário de Aparecida a Rosa de Ouro, reconhecendo a importância do Santuário e estimulando o culto à Mãe de Deus.
Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena. Era necessária a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início, em 11 de novembro de 1955, a construção de uma outra igreja, a atual Basílica Nova. Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional, sendo o “maior Santuário Mariano do mundo”.
Neste ano de 2017, a Igreja comemora os 300 anos em que a imagem de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada por três pescadores nas águas do Rio Paraíba do Sul no ano 1717.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Sementes de Fé - 11/10/2018

"O olhar de Deus é amar e conceder graças."
Santa Teresa D'Ávila

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Homilia do dia 11/10/2018

Homilia do dia 11/10/2018 
O Espírito Santo ilumina as estradas da nossa vida
Mesmo sendo pecadores e frágeis como somos, ainda necessitamos do Espírito Santo, que vem em nosso socorro

"Ora, se vós que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo aos que o pedirem!" (Lucas 11,13).
Na escola de oração do Mestre Jesus, aprendemos com Ele a oração da súplica, que está ligada à perseverança e à fé na oração. Perseverar é saber em quem estamos colocando a nossa esperança, em que estamos esperando e confiando.
Sabendo em quem estamos esperando e confiando, temos n'Ele toda fé, toda confiança que uma criança tem no seu pai ou na sua mãe, pois sabe que o pai cuida dele mesmo não sendo o melhor do mundo, mas ele vai ser sempre o pai.
O nosso Pai do Céu é aquele que cuida de nós, a quem podemos pedir qualquer coisa, pois, como bom pai, Ele vai nos conceder [o que pedimos]. É importante entendermos que não é qualquer coisa que vai nos servir, e nem precisamos de qualquer coisa, precisamos do Espírito Santo!
O maior dom, a maior dádiva, o maior presente que o Pai pode nos dar é Seu Espírito. Por que precisamos do Espírito Santo? Porque Ele estava com Jesus, e O iluminou, guiou e direcionou. É do Espírito que precisamos para iluminar, dirigir e governar a nossa vida.
Estamos, muitas vezes, perdidos na estrada. Para que nos encontremos no caminho da vida, precisamos da luz do Alto. Por isso, peçamos o Espírito Santo. Mesmo sendo pecadores e frágeis como somos, ainda necessitamos do Espírito que vem em nosso socorro, em nosso auxílio, em socorro da nossa pobreza, que direciona o nosso caminho e ilumina as estradas da nossa vida.
Com todo amor do nosso coração, que, na nossa oração de cada dia, não falte a súplica ao Espírito de Amor, que o Pai nos conceda em abundância os dons do Seu Espírito, para que a graça de Deus ilumine e direcione os nossos passos.
Deus abençoe você!
Pe. Roger Araújo

#minisermao (11/10/18)

#minisermao (11/10/18) 
O maior presente que podemos receber de Deus é o Espírito Santo. É um tesouro divino que habita no cofre do coração. Não há milagre, não há prodígio maior do que este dom de Deus, que mora em nós, mas o cofre do coração às vezes está fechado e não encontramos o Espírito Santo, Ele está ali, mas estamos fechados a Ele. Se tivéssemos uma visita muito importante na nossa casa, acordaríamos antes dela, prepararíamos um belo café, para surpreender o visitante ilustre, e deixaríamos ele ir dormir antes de nós para podermos dar boa noite; mas esquecemos de dizer "Bom dia Espírito Santo, o que vamos fazer juntos hoje?" A intimidade com o Espírito de Deus enriquece a nossa vida. (Lc 11,5-13) Pe. Joãozinho, scj

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Sementes de Fé - 09/10/2018 - Crer somente em Deus


"Para quem tem fé, todo o universo fala de Deus Uno e Trino."
Papa Emérito Bento XVI


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 7 de outubro de 2018

Sementes de fé - 07/10/2018

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Nossa Senhora do Rosário

Maria apareceu a São Domingos e indicou-lhe o Rosário como potente arma para a conversão

Esta festa foi instituída pelo Papa Pio V em 1571, quando celebrou-se a vitória dos cristãos na batalha naval de Lepanto. Nesta batalha os cristãos católicos, em meio a recitação do Rosário, resistiram aos ataques dos turcos otomanos vencendo-os em combate.

A celebração de hoje convida-nos à meditação dos Mistérios de Cristo, os quais nos guiam à Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus.

A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os monges anacoretas usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Desta forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos dispensados da recitação do Saltério (pela pouca familiaridade com o latim), completavam suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nossos e, para a contagem, o Doutor da Igreja São Beda, o Venerável (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados em um barbante.

Na história também encontramos Maria que apareceu a São Domingos e indicou-lhe o Rosário como potente arma para a conversão: “Quero que saiba que, a principal peça de combate, tem sido sempre o Saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério”.

Essa devoção, propagada principalmente pelos filhos de São Domingos, recebe da Igreja a melhor aprovação e foi enriquecida por muitas indulgências. Essa grinalda de 200 rosas – por isso Rosário – é rezado praticamente em todas as línguas, e o saudoso Papa João Paulo II e tantos outros Papas que o precederam recomendaram esta singela e poderosa oração, com a qual, por intercessão da Virgem Maria, alcançamos muitas graças de Jesus, como nos ensina a própria Virgem Santíssima em todas as suas aparições.

Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!
Fonte: https://santo.cancaonova.com/santo/nossa-senhora-do-rosario/

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Santa Maria Faustina Kowalska, apóstola da Divina Misericórdia

Santa Faustina teve experiências místicas onde Jesus, foi recordando à humilde religiosa

A misericórdia divina revelou-se manifestamente na vida desta bem-aventurada, que nasceu no dia 25 de agosto de 1905, em Glogowiec, na Polônia Central. Faustina foi a terceira de dez filhos de um casal pobre. Por isso, após dois anos de estudos, teve de aplicar-se ao trabalho para ajudar a família.
Com dezoito anos, a jovem Faustina disse à sua mãe que desejava ser religiosa, mas os pais disseram-lhe que nem pensasse nisso. A partir disso, deixou-se arrastar para diversões mundanas até que, numa tarde de 1924, teve uma visão de Jesus Cristo flagelado que lhe dizia: “Até quando te aguentarei? Até quando me serás infiel?”
Faustina partiu então para Varsóvia e ingressou no Convento das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia no dia 1 de agosto de 1925. No convento tomou o nome de Maria Faustina, ao qual ela acrescentou “do Santíssimo Sacramento”, tendo em vista seu grande amor a Jesus presente no Sacrário. Trabalhou em diversas casas da congregação. Amante do sacrifício, sempre obediente às suas superioras, trabalhou na cozinha, no quintal, na portaria. Sempre alegre, serena, humilde, submissa à vontade de Deus.
Santa Faustina teve muitas experiências místicas onde Jesus, através de suas aparições, foi recordando à humilde religiosa o grande mistério da Misericórdia Divina. Um dos seus confessores, Padre Sopocko, exigiu de Santa Faustina que ela escrevesse as suas vivências em um diário espiritual. Desta forma, não por vontade própria, mas por exigência de seu confessor, ela deixou a descrição das suas vivências místicas, que ocupa algumas centenas de páginas.
Santa Faustina sofreu muito por causa da tuberculose que a atacou. Os dez últimos anos de sua vida foram particularmente atrozes. No dia 5 de outubro de 1938 sussurrou à irmã enfermeira: “Hoje o Senhor me receberá”. E assim aconteceu.
Beatificada a 18 de abril de 1993 pelo Papa João Paulo II, Santa Faustina, a “Apóstola da Divina Misericórdia”, foi canonizada pelo mesmo Sumo Pontífice no dia 30 de abril de 2000.
Santa Faustina, rogai por nós!

Sementes de Fé - 05/10/2018 - Palavras do Papa

Palavras do Papa


"A política, tão denegrida, é uma sublime vocação, é uma das formas mais preciosas da caridade, Por que busca o bem comum." Papa Francisco
 "É preciso servir aos frágeis ao invés de se servir deles." Papa Francisco
Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Sementes de fé - 04/10/2018


"Não somos nós que transformamos Jesus Cristo em nós, como fazemos com os outros alimentos que tomamos, mas a Jesus Cristo que nos transforma Nele." Santo Agostinho

"Jesus Cristo quer de tal modo unir-se conosco, pelo amor ardente que nos tem, que nos tornemos uma só coisa com Ele da Eucaristia."
São João Crisóstomo


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

São Francisco de Assis, o santo que desposou a pobreza

São Francisco de Assis, o mais santo dos italianos, renunciou toda a riqueza

Francisco nasceu em Assis, na Úmbria (Itália) em 1182. Jovem orgulhoso, vaidoso e rico, que se tornou o mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos. Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”.
Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: “Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?”. Ele respondeu que ao amo. “Porque, então, transformas o amo em criado?”, replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: “Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas”.
Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes. A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria… Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho.
Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida. Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224.
Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas. O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX.
São Francisco de Assis, rogai por nós!

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