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quinta-feira, 31 de maio de 2018

Sementes de fé - 31/05/2018

Querida família, Ave-Maria!

A data de hoje é determinante para a minha relação devocional a Nossa Senhora do Brasil. Daí em diante, pouco a pouco, fui conhecendo e admirando a Origem da Devoção e da Matriz de Nossa Senhora do Brasil. Por esse motivo, gostaria de encerrar as reflexões marianas deste mês de maio, renovando-lhe minha consagração:

Nossa Senhora do Brasil eu me consagro a vós. Nossa Senhora do Brasil eu vos suplico: aumentai a minha fé! Sustentai a minha vida! Movei o meu coração sempre para o bem!

Nossa Senhora do Brasil eu vos peço: Atendei as minhas preces! Ajudai a minha família! Movei o meu coração sempre para o bem!

Nossa Senhora do Brasil eu vos rogo: Dai a todos trabalho para o pão de cada dia! Dai coragem aos fracos! Dai esperança aos desesperados”.

Nossa Senhora do Brasil abençoai a nossa paróquia e todo o povo brasileiro, agora e para sempre. Amém. A bênção de Deus, todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes


Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 22 de maio de 2018

Se você usa Camisinha este texto é para você

Exortação apostólica - GAUDETE ET EXSULTATE

A Santa Sé
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA
GAUDETE ET EXSULTATE
DO SANTO PADRE
FRANCISCO
SOBRE A CHAMADA À SANTIDADE
NO MUNDO ATUAL



Acesse o documento aqui.

https://w2.vatican.va/content/francesco/pt/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20180319_gaudete-et-exsultate.pdf

Sementes de Fé - 22/05/2018

Querida família, “Ave-Maria”.

Em obediência sobre o Mistério de Deus, invisível e incompreensível, a Igreja não representa sua imagem de Criador e de Pai. Também não representa a imagem do Espírito Santo, que também é invisível. Tanto o Pai quanto o Espírito são puros espíritos, isto é, não têm matéria. A pomba que representa o Espírito não é uma imagem do seu ser. É apenas um símbolo para lembrar à narrativa do batismo de Jesus. Não se venera nem se cultua uma pomba.

Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.

Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.


Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

http://www.igrejanossasenhoradobrasil.com.br/

domingo, 20 de maio de 2018

Os 7 dons do Espírito Santo

Dom do Temor de Deus

"Este dom, não significa ter medo de Deus: sabemos bem que Deus é Pai e que nos ama e quer a nossa salvação e sempre perdoa"

Nesta semana convidamos você a meditar sobre os 7 Dons do Espírito Santo, para que você possa conhecer e se aproximar mais do Espírito Santo. A cada dia você poderá ler uma reflexão sobre um dos 7 Dons.
Leia agora sobre o Temor de Deus:
Continuando nossa reflexão sobre os dons do Espírito Santo, nesta edição chegamos à conclusão destes sete dons com o dom do Temor de Deus. Como já venho fazendo, gostaria de começar com uma citação do Papa Francisco: “Este dom, não significa ter medo de Deus: sabemos bem que Deus é Pai e que nos ama e quer a nossa salvação e sempre perdoa, sempre; por isso não há motivo para ter medo Dele! O temor de Deus, em vez disso, é o dom do Espírito que nos recorda quanto somos pequenos diante de Deus e do seu amor e que o nosso bem está em nos abandonarmos com humildade, com respeito e confiança em suas mãos”.
Assim, podemos afirmar que o temor de Deus nada mais é do: o abandono na bondade do nosso Pai que nos quer tanto bem. O livro dos Provérbios nos recorda isso, quando nos diz que “o temor do Senhor é o principio do saber…” (Prov 1,7). Até buscamos essa sabedoria, tentando compreender quem é Deus, que nos leva a ter esse temor, mas não como medo, e sim, como reverencia. Por isso Jesus nos adverte e convida-nos a nos fazer criança para que na sabedoria que vem de Deus e na confiança que temos nele, nos deixemos ser conduzidos por Ele.
Por outro lado, devemos tomar muito cuidado para não minimizar o temor de Deus como se fosse um simples “respeito” por Ele. Embora o respeito faça parte deste dom, temer a Deus significa mais do que isso. O temor de Deus, deve nos levar a compreender o quanto Deus odeia o pecado e tudo que fazemos e praticamos que muito o desagrada. Por isso, o chamado que Cristo nos faz de sermos como crianças. Pois quando crianças, tínhamos a orientação de nossos pais que nos preveniu de muitas coisas que hoje não fazemos. O mesmo deve acontecer em relação a Deus, pois nosso relacionamento com Ele deve nos ajudar a viver a nossa vida de maneira que o agrada.
A possibilidade de isso acontecer se dá “quando o Espírito Santo faz morada em nosso coração, infunde em nós consolo e paz e nos leva a nos sentirmos assim como somos, isso é, pequenos”, ou como dito acima, como crianças que coloca todas as suas preocupações e as suas expectativas em Deus e se sente envolvido e apoiado pelo seu calor e pela sua proteção, justamente como uma criança com o seu pai! “O Espírito Santo faz isso nos nossos corações: faz-nos sentir como crianças nos braços do nosso pai. Nesse sentido, então, compreendemos bem como o temor de Deus vem assumir em nós a forma da docilidade, do reconhecimento e do louvor, enchendo o nosso coração de esperança”.

Por Pe. Adilson Ulprist
Publicado na Revista Brasil Cristão, da Associação do Senhor Jesus

Dom da Piedade

" Ter piedade não é fechar os olhos, fazer cara de imagem, fazer de conta que é um santo"

Nesta semana convidamos você a meditar sobre os 7 Dons do Espírito Santo, para que você possa conhecer e se aproximar mais do Espírito Santo. A cada dia você poderá ler uma reflexão sobre um dos 7 Dons.
Leia agora sobre a Piedade:
Gosto de iniciar nossa reflexão com citações da catequese do Papa Francisco, no Vaticano. Veja o que ele diz sobre o dom da Piedade: “Este dom não está relacionado com ‘ter compaixão de alguém’ ou ‘ter piedade do próximo’; pelo contrário, indica a pertença do cristão a Deus, a sua ligação profunda com Ele”. Essa ligação é o que faz com que a nossa vida tenha sentido, e o que ajuda cada pessoa a manter-se firme “mesmo nos momentos difíceis e conturbados”.
A partir desse anúncio, fica claro que o dom da piedade brota da gratidão. Surge no coração do cristão que mantém uma relação de amizade com o Senhor. Assim, podemos dizer que o dom da piedade gera em nós uma amizade com Deus, que muda a nossa vida e nos enche de entusiasmo e alegria. Esse dom suscita em nós a gratidão e o louvor. Piedade, então, é sinônimo de “autêntico espírito religioso e intimidade filial com Deus”.
Assim, devemos saber que a nossa amizade e intimidade com Deus, por meio da piedade, deve nos levar a dirigir essa amizade, transformada em amor, ao próximo. “A piedade nos torna capaz de amar a Deus e reconhecê-lo no próximo”, amando-o como ao próprio Cristo.
Ainda no dizer do Papa, não podemos confundir piedade com “pietismo”. Ter piedade não é fechar os olhos, fazer cara de imagem, fazer de conta que é um santo. Não. O dom da piedade significa alegrar-se com quem está alegre, de chorar com quem chora. É estar próximo de quem está sozinho ou angustiado, de corrigir quem está no erro, de consolar quem está aflito, de acolher e socorrer quem está precisando. Ele nos leva a amar o que é de Deus: a oração, a santa missa, a vida sacramental, a adoração ao Santíssimo Sacramento, a oração do Terço e o desejo de pregar e testemunhar a Palavra de Deus.

Por Pe. Adilson Ulprist
Publicado na Revista Brasil Cristão, da Associação do Senhor Jesus, novembro 2015.

Dom da Fortaleza

Temos necessidade desta fortaleza para levar adiante nossa vida, família e fé

Nesta semana convidamos você a meditar sobre os 7 Dons do Espírito Santo, para que você possa conhecer e se aproximar mais do Espírito Santo. A cada dia você poderá ler uma reflexão sobre um dos 7 Dons.
Leia agora sobre a Fortaleza:
Ao pensar no dom da Fortaleza, chamo a atenção para uma fala do Papa Francisco, a partir da parábola do semeador (Mc 4, 3-9): “A semente, muitas vezes, encontra a aridez do nosso coração e, mesmo se for acolhida, corre o risco de permanecer estéril. Com o dom da Fortaleza, o Espírito Santo liberta o terreno do nosso coração do torpor, das incertezas e dos medos que possam impedi-lo, de modo que a Palavra do Senhor seja colocada em prática, de forma autêntica e alegre. É uma verdadeira ajuda este dom; dá-nos força e liberta-nos de tantos impedimentos”.
A Fortaleza, que podemos chamar de “dom da coragem”, imprime em nossa alma um impulso que nos permite suportar as maiores dificuldades e tribulações, e realizar, se necessário, atos sobrenaturalmente heroicos. Não como um ato extraordinário, mas o enfrentamento das tribulações e dificuldades do dia a dia, na família, no trabalho, na vizinhança e, claro, naquela tribulação interior que nos amedronta e nos impede de agir de forma segura e tranquila.
O apóstolo Paulo nos diz: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fl 4,13). Por isso, não se pode pensar que o dom da Fortaleza é necessário somente para algumas ocasiões ou situações particulares. Este dom deve ser base da vida cotidiana do cristão. É preciso ser forte sempre. Daí a necessidade “desta fortaleza, para levar adiante a nossa vida, a nossa família, a nossa fé”.
Não se deixe levar pelo desânimo, sobretudo diante do cansaço e provações da vida. Não desanime. Invoque o Espírito Santo para que, com o dom da Fortaleza, o seu coração seja aliviado e ele te sustente frente às dificuldades da vida.

Por Pe. Adilson Ulprist
Publicado na Revista Brasil Cristão, da Associação do Senhor Jesus, setembro 2015.

Dom da Sabedoria

Abrir-se a ação do Espírito Santo é deixar-se envolver por seu amor e sabedoria

Nesta semana convidamos você a meditar sobre os 7 Dons do Espírito Santo, para que você possa conhecer e se aproximar mais do Espírito Santo. A cada dia você poderá ler uma reflexão sobre um dos 7 Dons.
Leia agora sobre a Sabedoria:
O dom da Sabedoria deve nos ajudar a viver uma vida sob a luz da Palavra de Deus e buscar a prática daquilo que O agrada, o amor.
Fomos criados à imagem e semelhança de Deus (cf. Gn 1, 26) porque dele recebemos a capacidade de amar e de discernir entre o bem e o mal. No nosso Batismo recebemos o Espírito Santo, que nos liberta do pecado e, através dos seus dons, nos ajudam a viver segundo as leis do amor.
O Papa Francisco, em uma de suas audiências, nos disse: “Para viver o dom da sabedoria precisamos enxergar o mundo com os olhos de Deus”. De fato, o que precisamos entender é que a verdadeira sabedoria está em Deus e o verdadeiro sábio não é aquele que busca enriquecer sua vida com o conhecimento ou sabedoria acadêmica – embora eles sejam importantes e necessários -, mas, sim, aquele que busca, na Palavra de Deus, respostas e orientações para a sua vida. Devemos ir ao encontro da verdadeira sabedoria, como nos diz o livro do Eclesiástico: “Fonte da Sabedoria é a Palavra de Deus” (Eclo 1,5).
Quando olhamos o mundo com os olhos de Deus nos tornamos mais dóceis e amáveis, respeitando toda a criação. Conseguimos enxergar tudo com mais largueza, o que nos torna capazes de agir na busca do bem comum e na prática da caridade, do amor, porque temos a disposição de viver segundo os dons que o Espírito Santo gera em nós, o que nos torna cada dia mais sábios.
Abrir-se a ação do Espírito Santo é deixar-se envolver por seu amor e sabedoria, é deixar que o amor de Deus flua em nós e através de nós.

Por Pe. Adilson Ulprist
Publicado na Revista Brasil Cristão, da Associação do Senhor Jesus, junho 2015.

Sementes de fé - 20/05/2018

Querida família, "Ave-Maria"!

Em relação à proibição de imagens há outra exceção ligada a Moisés, o legislador. Deus lhe diz: "Faze uma serpente abrasadora e coloca-a em uma haste. Todo aquele que for mordido e a contemplar viverá" (Nm 21,8). A imagem da serpente se torna sinal da presença do Deus da salvação e da vida, no caminho do povo pelo deserto. De fato, "se alguém era mordido por uma serpente, contemplava a serpente de bronze e vivia" (Nm 21,9).

Conclui-se que, mudando o significado, mudava também a proibição tão severa de fabricar imagens. Elas eram permitidas. Logo, o problema não estava na construção da imagem, mas em sua utilização.

Continuaremos a refletir sobre este tema. Porém, não nos esqueçamos de atender ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias". 

Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 19 de maio de 2018

Sementes de Fé - 19/05/2018

Querida família, "Ave-Maria"!

A proibição de construir imagens não foi absoluta. Segundo a lei de Moisés, há exceções: "Farás dois querubins de ouro [...]" (cf. Ex. 25,18-21). Observa-se que, sendo anjos, são puros espíritos, isto é, não têm matéria. Mesmo assim, são reproduzidos, de forma livre, com face humana e com asa de animal. Na realidade, são esfinges aladas. Nota-se, porém, que sua construção respeita o sentido da proibição anterior, pois não foram feitos nem para adoração nem para veneração. Eles estão sobre a Arca da Aliança e apontam para a santidade divina. Por isso, sua importância é relativa. Apontam para a relevância dada à arca como sinal da Aliança contida na Lei do Senhor.

Continuaremos a refletir sobre este tema. Porém, não nos esqueçamos de atender ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias". 

Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Sementes de fé - 18/05/2018

Querida família, "Ave-Maria"!

As imagens da Virgem Maria e dos santos são recomendadas pela Igreja. Como conciliar esta permissão com a proibição do Antigo Testamento? De fato, há esta norma e todos nós a respeitamos. Como assim? Em que sentido?

A proibição diz respeito a Deus, isto é, Ele é invisível e incompreensível. É puro espírito, pois não tem matéria. Portanto, toda reprodução seria fruto da concepção da mente humana limitada. Não esgotaria o sentido absoluto ou total da realidade divina.

Há também o motivo de ordem prática. Em ambiente politeísta, os povos vizinhos de Israel adoravam vários deuses. Eram entidades idealizadas pela mente do homem, exteriorizadas por suas mãos. Há inclusive a adoração dos astros e das forças da natureza.

Esta severa proibição ajudava o Povo de Israel a se educar na adoração fiel ao Deus, único, vivo e verdadeiro, criador de todas as coisas. Assim, por razões práticas ou educativas, mas que também atingem a imagem do Mistério de Deus, há a proibição de representar os seres criados e de adorar e venerar os ídolos dos pagãos.

Atendamos ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Sementes de Fé - 17/05/2018

Querida família, “Ave-Maria”.

Aos pés do Crucificado, Maria se torna Mãe da nossa redenção ou Mãe da graça. Recebe o título de nova Eva ou de Mãe de todos os viventes pelos quais Ele deu a vida.

A devoção cristã imagina que, no ser descido da cruz, o Filho é acolhido nos braços de Maria. A cena inspira os grandes artistas que esculpiram ou pintaram Nossa Senhora da Piedade. Outros retratam Nossa Senhora das Dores com uma espada no coração conforme a profecia de Simeão: “A ti (Maria), uma espada traspassará tua alma! (Lc 2,35).

Portanto, as imagens da Virgem Maria e as imagens dos santos se referem a Cristo Jesus. Significam que Ele é glorificado em sua Mãe Santíssima e nas testemunhas vivas que confessaram a fé e deram a própria vida como mártires.

Atendamos ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.

Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

http://www.igrejanossasenhoradobrasil.com.br/

Dom Discernimento - Como discernir a ação do Espírito Santo

“O fruto do Espírito é amor, alegria, paz...” (Gl 5,22)

Nesta semana convidamos você a meditar sobre os 7 Dons do Espírito Santo, para que você possa conhecer e se aproximar mais do Espírito Santo. A cada dia você poderá ler uma reflexão sobre um dos 7 Dons.
Leia agora sobre o Discernimento:
A maior ação do Espírito Santo em nossa vida se dá a partir do primeiro e maior dom que recebemos do Pai, o amor. No amor está todos os outros dons, pois, como nos diz o apostolo Paulo: “Deus o derramou em nossos corações pelo Espírito que nos foi dado” (Rm 5,5).
Assim, para que possamos deixar o Espírito agir em nós é fundamental entender que tudo deriva do amor, pois o Espírito é aquele que nos sustenta na fé, nos anima nesta mesma fé e nos faz cada dia mais fiéis ao Cristo, já que é Ele que nos recorda o que Cristo nos ensina e nos impulsiona a viver na fidelidade.
Por isso, viver no Espírito é abrir-se à graça de Deus, é viver segundo os ensinamentos de Cristo, é praticar o bem e ter uma vida de busca da santidade, o que nos leva a viver na comunhão de fé com os irmãos e com o nosso Deus, Uno e Trino, sinal de verdadeira comunhão com Aquele que só derrama o bem e o amor para todos, nos pedindo para não praticarmos o mal, mas nos afastarmos dele.
Vale recordar que é no amor que tudo acontece, é no amor que o Espírito Santo age, e é no amor que você deve seguir neste mundo, para que o Espírito Santo que você recebeu no Batismo possa te fortalecer, te sustentar e te encorajar sempre.
Para concluir, só mais uma coisinha: não se preocupe com as manifestações exteriores, mas sim com aquelas que brotam do interior. Essas são ações do Espírito que nos transforma de dentro para fora e nos faz viver uma fé verdadeira, no amor e na esperança. Esperança da qual nos fala também o apostolo Paulo, no Hino ao amor – caridade -, no primeiro livro aos Coríntios, capítulo 13. Boa leitura.

Por Pe. Adilson Ulprist
Publicado na Revista Brasil Cristão, da Associação do Senhor Jesus, abril 2015.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Sementes de Fé - 16/05/2018

Querida família, "Ave-Maria".

Jesus, em seu extremo momento, disse à sua Mãe: "Mulher, eis o teu filho! Depois disse ao discípulo: Eis a tua mãe". 

A hora de Jesus é também a hora de Maria. Ela é convocada a se doar por inteiro, sustentada somente pela graça. Assim, enquanto ele nos dava a vida e tudo o que mais amava, ela desprendia-se dele e, portanto, também se doava por inteiro, para nos assumir em seu amor por Ele e por nós.

Assim, aos pés da cruz, Jesus ampliou o horizonte materno de Maria, incluindo, além dos discípulos, toda a humanidade remida.

Atendamos ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


terça-feira, 15 de maio de 2018

Sementes de Fé - 15/05/2018

Querida família, "Ave-Maria".

"Perto da cruz de Jesus, permaneciam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Jesus, então, vendo sua mãe e, perto dela, o discípulo a quem amava, disse à sua mãe: Mulher, eis o teu filho! Depois disse ao discípulo: Eis a tua mãe. E a partir dessa hora, o discípulo a recebeu em sua casa" (Jo 19,25-27).

Naquele breve instante, antes de morrer, Jesus pensou em nós e na sua Igreja, dando-nos Maria como Mãe. No momento extremo do sofrimento, na fé, ela aprendeu a aceitar de Jesus Crucificado sua nova condição materna: receber o discípulo amado como seu filho e ser recebida por ele em sua casa.

Naquele breve instante, antes de morrer, Jesus pensou em nós e na sua Igreja, dando-nos Maria como Mãe.

Atendamos ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Dom do Conselho

É preciso acreditar que Deus agirá

Nesta semana convidamos você a meditar sobre os 7 Dons do Espírito Santo, para que você possa conhecer e se aproximar mais do Espírito Santo. A cada dia você poderá ler uma reflexão sobre um dos 7 Dons.
Leia agora sobre o Conselho:
Começo esta reflexão com uma fala do Papa Francisco numa audiência geral, que acontece toda quarta-feira, no Vaticano: “O conselho é o dom com o qual o Espírito Santo torna a nossa consciência capaz de fazer uma escolha concreta em comunhão com Deus. Ele nos torna sensíveis à sua voz e orienta os nossos pensamentos, fazendo-nos, assim, crescer interiormente, para não nos deixar agir à mercê do egoísmo e do próprio modo de ver as coisas”.
Podemos dizer que o Dom do Conselho nos orienta de forma perfeita, pois o Espírito Santo fala ao nosso coração e nos ajuda a discernir sobre o que devemos fazer ou dizer. Agimos com confiança e tiramos da nossa mente e coração as incertezas que nos afligiam. É por isso que Jesus diz para os discípulos não se preocuparem com sua defesa: “Quando fordes presos, não vos preocupeis nem pela maneira com que haveis de falar, nem pelo que haveis de dizer: naquele momento ser-vos-á inspirado o que haveis de dizer. Porque não sereis vós que falareis, mas é o Espírito do vosso Pai que falará em vós” (Mt 10,19-20).
Não podemos nos esquecer que todos os dons – Sabedoria, Inteligência, Fortaleza, Ciência, Piedade, Temor de Deus e Conselho – são os frutos do Espírito Santo agindo em nós. Daí a necessidade da nossa oração e comunhão com Deus, para que cada um dos dons produzam os frutos necessários. É preciso ouvir a voz de Deus, tornar-se dócil a ela, para superarmos nossas limitações, amadurecendo na fé, pois só assim teremos a certeza de que nosso agir está em sintonia com a vontade de Deus. Então estaremos prontos para também aconselhar.

Por Pe. Adilson Ulprist
Publicado na Revista Brasil Cristão, da Associação do Senhor Jesus, agosto 2015.

Dom da Ciência

“Pois a luz da ciência que eu derramo sobre todos é como a luz da manhã, e de longe eu a torno conhecida” (Eclo. 24,44)


Quando falamos do dom de ciência, podemos afirmar que Deus nos ensina sobre as suas verdades, permite que a sua luz penetre o nosso ser, nos dando o entendimento. Ele nos comunica informações que são impossíveis de se compreender humanamente ou por conhecimento natural, isto é, pela razão.
“O dom da ciência nos coloca em profunda sintonia com o Criador e nos faz participar da clareza do seu olhar e do seu juízo”, disse o Papa Francisco, em uma de suas audiências no Vaticano. Ele diz que esse dom nos ajuda a olhar as pessoas e as realidades sabendo reconhecer seus limites e sua orientação para Deus. E acrescenta: “Tudo isso é motivo de serenidade e paz, fazendo de nós Suas jubilosas testemunhas”.
Assim, podemos dizer que este dom é a graça que Deus nos concede para que possamos ver as coisas como Ele vê. Por isso, é preciso estar aberto ao conhecimento de Deus que nos é dado pelo Espírito Santo. É preciso pedir ao Senhor o dom da ciência, porque, abertos a este dom, Deus nos ajuda a compreender a razão do problema, a dificuldade que nos impede de ser felizes, como também não nos permite crescer espiritualmente. Precisamos escutar o Senhor, que nos fala a respeito das coisas, dos fatos, dos acontecimentos em nossas vidas.
Deus vai nos revelando seus mistérios, a sua bondade e o seu amor. Amor este que nos transforma e nos faz abertos à ação do Espírito Santo, para compreendermos o que Ele quer de nós e a enxergar nossa realidade com este mesmo amor, cheios de misericórdia, principalmente para com aqueles que estão ao nosso redor.
Que a compreensão deste dom nos ajude a, como o próprio Senhor, agir com sabedoria, ciência e mansidão diante de qualquer situação. Que saibamos discernir o que de fato é sabedoria de Deus para a nossa vida.

Por Pe. Adilson Ulprist
Publicado na Revista Brasil Cristão, da Associação do Senhor Jesus, outubro 2015.

sábado, 5 de maio de 2018

Sementes de Fé - 05/05/2018


Querida família, "Ave-Maria"!

A origem do Rosário é muito antiga. Remonta aos monges cristãos eremitas que usavam pedrinhas para contar suas orações vocais. Segundo a tradição, em 1328, Nossa Senhora apareceu a São Domingos, recomendando-lhe a recitação do Rosário para a salvação do mundo. Nasceu assim a devoção do Rosário, que significa coroa de rosas oferecidas a Nossa Senhora. 

O terço é uma das mais queridas devoções a Nossa Senhora que, aparecida em Fátima, pediu aos pastorzinhos: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

Atendamos, também nós, ao pedido de Nossa Senhora de Fátima; descubramos ou redescubramos o valor e os benefícios da recitação do Terço.

Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Sementes de Fé - 04/05/2018

Querida família, “Ave-Maria”!

A linda oração da Salve Rainha nasceu no ano mil. Um monge beneditino que sofria de forte reumatismo, não passava um dia sem ir arrastando-se, de seu quarto à capela para rezar demoradamente a Nossa Senhora. Foi junto ao altar da Virgem que, de palavra em palavra, ele compôs a Salve Rainha no decurso de longos anos de sofrimento.

“Salve rainha, Mãe de misericórdia, vida e doçura, esperança nossa Salve! A vós bradamos, os degredados filhos de Eva; a vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia, pois, advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém”.

Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


ORAÇÃO FORTE E PODEROSA DE LIVRAMENTO E PROTEÇÃO

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Sementes de fé - 02/05/2018


Querida família, "Ave-Maria"!

Uma bela saudação mariana, no tempo da Páscoa, é a conhecida "Regina coeli – Rainha do céu", que substitui a oração do "Ângelus".

"Rainha do céu, alegrai-Vos, aleluia. Porque quem merecestes trazer em vosso seio, aleluia, ressuscitou como disse, aleluia. Rogai a Deus por nós, aleluia. Exultai e alegrai-vos, ó Virgem Maria, aleluia. Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia".

Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 1 de maio de 2018

Sementes de Fé - 01/05/2018


Querida família, "Ave-Maria"!

Mês de maio, mês de Maria, decanta a tradição. E a comemoração do centenário da Aparição de Nossa Senhora em Fátima, no próximo dia 13, vem confirmar e estimular tão preciosa devoção de fé e oração. 

Todos nós recitamos comumente a bela oração da Ave-Maria. Ela foi se estruturando ao longo do tempo. A sua primeira parte é inteiramente bíblica. O anúncio do Anjo e a saudação de sua prima Isabel: "Ave-Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus".

A segunda parte é a resposta jubilosa e suplicante de toda a Igreja: "Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém". 

Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

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